Resenha: Meu Namorado é um Zumbi – Jonathan Levine


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3# – Terça

O que seria da vida sem o amor, ainda mais quando ele ultrapassa barreiras pelo fato de apenas de amar alguém. Ultimamente não está sendo levado em conta da onde esse amor vem. Tanto vampiros, como lobisomens, como bruxos, e animais (?) estão amando e conseguindo serem amados, mesmo que não por todos. E agora o mais novo integrante dessa lista Sobrenatural é… Tcha-Nan: os zumbis! É, até eles estão conquistando o coração da moçadinha e fazendo com que as cabeças entrem em estado de paixão sem controle. Ou não!

R (Nicholas Hoult, de Jack – O Caçador de Gigantes) é um zumbi que diferente dos outros mais conhecidos não gosta de matar as outras pessoas, não se diverte fazendo pessoas de almoço, jantar ou café-da-manhã, mata simplesmente como forma de continuar vivo. Ele pensa, ouve musica, tenta falar e tem opinião à tudo em sua volta. Ele realmente é diferente de todos os outros zumbis; mas como se isso não bastasse, ele sente o que nenhum outro zumbi sente: O AMOR! Ele vive sua vidinha pacata de zumbi em um aeroporto junto com outros, e junto de seu melhor amigo – zumbi, claro – M (Rob Corddry, de Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo) com o qual curte passar seu tempo e, de vez em quando, trocar palavras. Um dia ele sai com sua turma pra encontrar comida e acaba encontrando Julie (Teresa Palmer, de O Aprendiz de Feiticeiro), que estava buscando remédios junto de sua turam, e tem logo de cara uma súbita paixão por ela, e que depois de comer seu namorado a salva da horda de zumbis e o leva para sua casa ou melhor, seu avião particular.

Meu Namorado é um Zumbi (Warm Bodies, 2012) tem como sustentação a comédia, não tentando passar um tom sério a estória, como ouvi dizer que o livro de mesmo nome (Sangue Quente – Warm Bodies, só em inglês) do qual foi inspirado faz. A direção de Jonathan Levine acerta em não forçar o filme a querer ser o que não é, em tentar ser épico ou coisa do gênero. Com amplas panorâmicas dos zumbis e da cidade a fotografia do filme mostra-se eficiente em conseguir transmitir a ideia de devastação causada pela infestação. Na parte em que R e Julie estão numa das casas abandonadas, o detalhamento, o cuidado que deram a rua deserta e vazia foi de me deixar pensando no trabalho que deve ter sido fazer toda aquela bagunça.

Eu achei o filme muito bem pontuado em relação à comédia porque ele não precisa apelar para o escracho, para o pastelão. Na verdade uma coisa que gostei muito no filme foi das personagens. Desde a primeira vez que vi R eu senti uma grande empatia por ele e por seu jeito zumbi pensador de ser. Julie foi aquela personagem feminina que eu sempre gosto por não ser chata e irritante. E sua amiga Nora (Analeigh Tipton, de Besouro Verde) é aquela personagem que faz toda a diferença em um filme, ela é tão espontaneamente doida e maluquinha, que acho que nem sabe o que diz. Pena que ela só aparece no inicio e no final, só sei que poderia ter incorporado melhor ela aos outros dois.

As atrizes e atores ajudaram e muito na hora de criar uma ligação com seus respectivos papeis. São jovens e sabem atuar de maneira convincente  sem ficar fazendo caras e bocas. Rob Corddry me divertiu com seu jeitão de ser. Nicholas fez um bom trabalho ao dar vida a um zumbi, seu olhar virado para o nada é muito engraçado. Teresa foi comparada por muitos críticos com a Kristen Stewart – isso não é um elogio – sempre dizendo que ela não chega a ser apática mas que precisa mostrar a que veio. Na minha opinião, não achei nenhum problema com sua atuação que foi sempre convincente e verdadeira. Pareciam todos a vontade com seus papeis.

Outra coisa que não posso deixar de comentar são as musicas utilizadas no filme, sempre recheadas de vigor e com nostálgica sensação dos anos 80 e 90. A musica que mais me marcou foi Midnight City da banda francesa M83, que é tocada quando R vai tomar banho e ser maquiado pela sua amada e sua amiguinha engraçada. Agora todo vez que escuto essa musica eu lembro do filme e da vontade de ver novamente.

O filme é assim: divertido e despretensioso que nunca tenta ser levado a sério, e que faz com que cada minuto que você passe assistindo ele valha a pena. Talvez os mais chatos de plantão podem encher o saco e falar que o filme é tonto porque aonde ja se viu um zumbi se apaixonando e blablablá. Mas sabe de uma coisa, isso é falta do que fazer porque em nenhum momento o filme passa aquilo como verdade, o único intuito do filme é fazer você se divertir assistindo uma boa comédia romântica que fala que um zumbi pode se apaixonar sim. E eu concordo: PODE AMAR!

Então é isso pessoal, comentem lá embaixo! 😛 :)!!!

Trailer:

 

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2 pensamentos sobre “Resenha: Meu Namorado é um Zumbi – Jonathan Levine

  1. Essa resenha ficou muito boa, de verdade.
    Também gostei muito do filme, foi muito melhor que o livro.
    Ah, eu também adoro a música Midnight City, pra mim ela tem um ar de música antiga, mesmo não sendo. kkkkk
    Na verdade gosto de todas que tocaram no filme.

    Até 🙂

    • Awww! Muito obrigado por achar isso! Eu sempre acho que falta alguma coisa na minha resenha.
      Mas é essa sensação que eu tenho quando escuto essa e as outras musicas desse filme.
      Um excelente filme!

      ATé! :).

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