Resenha: Teen Beach Movie – Disney Channel

Logo quando vi a primeira chamada na Disney me interessei em ver. Parecia ser um filme divertido, sem nada de inovador, mas ainda assim bem legal. E outra, nos E.U.A o filme já estava sendo considerado o novo High School Musical (decida se é um elogio ou não!), apesar de não gostar muito de HSM. Enfim, estava tudo prometendo um bom filme. E foi o que consegui ter: um filme família, bobinho, engraçado, e claro, um típico filme da Disney.

McKenzie (Maia Mitchell) uma menina surfista que é forçado por seus pais para ir para a escola e deixar seu namorado Brady (Ross Lynch). No entanto, os adolescentes são transportados para o filme musical de 1960 favorito de Brady. Eles tem que tentar encontrar o caminho de volta para casa, e tentar evitar a atenção de grande parte para eles. Eles também precisam participar do filme e são mantidos no filme a cantar e dançar.

Gostei bastante da Mack por ser uma personagem com mente própria, sempre fazendo aquilo que lhe da vontade de fazer e não seguindo predefinições dos outros. Como na parte que ela diz para as roqueiras que elas não devem deixar os homens decidirem o que vestem; ou quando ela na mesma cena diz que as garotas podem chamar os garotos pra sair. É obvio, era os anos sessenta, mas a Mack estava direcionando aquilo para o tem po de agora. Leila foi outra que gostei – talvez por ser bonita – mas nada demais. O resto não são la muito trabalhados e fazem, de um jeito ou de outro, a estória rodar.

Sei que fazer resenha de um filme pra T.V é complicado, pois é um filme com menos recursos e blablablá, mas esse pecou em não se decidir em contar a estória ou entreter com músicas e danças (bem coreografadas). Numa cena do filme, Mack diz que música é uma péssima forma de contar uma estória; coisa comprovada no mesmo filme.

Pensei que no final a maioria iria encontrar um par – como geralmente acontece – mas não.

Os dois cientistas que tentam fazer as ondas sumirem para expulsar os surfistas e roqueiros da praia são meros figurantes, servem apenas pra fazer com que os protagonistas consigam voltar para o seu tempo. Nunca foram vilões.

Mas fora isso, é um bom filme do qual não se deve esperar nenhum milagre do século. É um filme feito para as crianças (pra qualquer um, OK), que diverte – já falei mil vezes – te faz rir, se emocionar (hmmm… talvez). Com certeza assistiria de novo, porque ainda sou criança e espero sempre ser. E não minto, sempre tive vontade de fazer uma série da Disney Channel.

Ps: A Disney deve ser doida porque esse filme saiu esse ano e já estreou aqui, agora, Girl vs Monster, Frenemies não estreou até hoje. Vai entender!

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Resenha: Revenge – 1ª Temporada

 

Emily Thorne, cujo verdadeiro nome é Amanda Clarke, volta a Hamptons para se vingar das pessoas que destruíram sua família e causaram a morte de seu pai. Quando Amanda era criança seu pai foi preso acusado injustamente de terrorismo, sendo julgado e condenado a prisão, onde acabou morrendo. Amanda sente que teve a vida destruída por essas pessoas que armaram contra seu pai, fazendo com que ela passasse sua infância na detenção juvenil. Quando completou 18 anos, ela foi solta e recebeu a herança de seu pai, além de uma caixa contendo detalhes sobre as pessoas que arruinaram a vida deles, assim ela muda seu nome para Emily Thorne e resolve se vingar de cada um deles.

Já começo dizendo que para certa coisas temos que ser forçados a fazer porque senão não conseguimos criar iniciativa sozinho. No caso, Revenge foi uma série que desde que vi sobre fiquei com muita vontade de assistir, mas como eu sou muito preguiçoso, não assisti quando estreou. O motivo: nunca passava num horário que podia assistir… Ou seria! Na verdade o acontecia era que via quando ia passar mas nunca colocava no canal porque me esquecia do horário; ou ficava sem vontade de assistir; ou passava alguma coisa que queria muito assistir. Enfim, foi se passando os dias, semanas, meses, e aí acabei quase esquecendo da série. Quando tentei assistir já estava nos últimos episódios; não vou assistir o final da temporada antes de assistir ao inicio! Resumindo, fiquei sem assistir, e só agora que a Globo começou a passar eu tomei vergonha na cara e fui assistir. Ponto!

Realmente eu não sei como pude conseguir não assistir essa série antes, ela tem tudo, comédia (ou acidez), bons atores, um bom enredo, mistério, suspense, drama, ?sensualidade?, romantismo (ainda bem que não igual a Crepúsculo) e claro, Vingança, que é o prato que alimenta as mentes de todos – não minta, não venha dizer que “não penso em vingança”, porque pensa sim. Minhas expectativas estavam certas, é a melhor série que já assisti – leve em consideração que assisto série da Disney; Bones, Um Toque de Vida, Desaparecidos, Supernatural (que era a melhor no início) e sei lá quais outras.

 

 

As personagens são bem construídas, entregando toda uma empatia que te segura na frente da TV e fala: Cala a boca e assiste! Victória é malvada mas não mostra ser uma pessoa tão má; ela não é capaz de COMETER um crime (apesar de ter ajudado – sem saber). A atriz é muito boa. Já o seu marido Conrad é o típico ambicioso que faz qualquer coisa pelo dinheiro, poder e tudo o que mais valer. Ashley se mostrou bastante ambiciosa e vad## conforme os episódios avançavam. Não gosto dela agora. Tyler foi um vilão bem biruta sem parecer ridículo.

Mas o trio é mais interessante, Emily/Amanda, Jack e Daniel formam um bom par romântico sem ficar piegas ou chato. Daniel poderia morrer, entretanto, que não faria falta: muito chatinho, mimadinho e tontinho. Jack e Emily é o que interessa, podemos ver que tem bastante química entre os dois, que foram feitos um para o outro, e que vão ficar juntos no final – ou não. Bons atores, assim como os outros, que corroboram pra dar mais dinamismo a série – seriado, no caso.

A estória te faz sentir o pesar que a Emily carrega, te faz compreender o porque de tanta raiva guardada pelos Graysons. Apesar de que conforme foi passando os episódios senti uma falta de rumo na trama, um certo empacamento, uma demora pra se vingar. Mas em momento algum passou um sinal de menos euforia. São bastantes acontecimentos ocorrendo ao mesmo tempo, muitos mistérios sendo jogados na tela, o que faz com que sempre mantenha o nível lá em cima.

 

 

É um ótimo seriado que venho pra causar algum certo incomodo a suas concorrentes, por ser ágil, despretensiosa e altamente viciante. E por causa do Nolan, que é realmente muito engraçado e debochado, a Emily vive dando patadas nele. E ele sempre tenta tirar uma casquinha do Jack, apesar de não entender se o Jack é amigo dele; parece que ele sente um leve incomodo com a presença do Nolan. Se bem que na segunda temporada eles até se abraçam, e o Nolan da-lhe uma fungada.

É bom ter seriados assim, o que me chama atenção, porém, ter três temporadas – ou mais – pra se vingar das pessoas pode acabar a criar coisas que façam com que a série perca todo o sentido e o público que conquistou. É, Boa Sorte, Charlie Emily! E Revenge!

2# Spray-List – Vamos nos divertir!

Direitos: Define Body

 

Já que estou sem ideias para nada, e não quero deixar o blog minguar sem posts, resolvi fazer uma lista com algumas musicas que ando escutando ultimamente. Mas não será por ordem de melhor para pior, ou coisa do tipo; vai ser da ordem leiam agora!

 

Slow Down – Selena Gomez

 

Essa é bem agitada, pra escutar com os amigos, mas não vai muito além disso. Apesar das pessoas terem uma certa pulga atras da orelha com a Selena, eu não tenho. E olha que na série Os Feiticeiros de Waverly Place eu gostava da personagem Alex, e para mim, a atriz era tanto faz.

 

Take It Easy On Me – Robin Thicke

 

Essa música é daquelas que você escuta apenas por ter alguma parte legal, no caso, o refrão que daqueles que ficam rodando na cabeça. Só não sei se tenho problema por escutar uma música inteira só pelo refrão.

 

Figure 8 – Ellie Goulding

 

Até pouco tempo atrás eu não via muita graça nessa cantora, gostando apenas de duas músicas dela: Anything Could Happen e Bittersweet (trilha sonora de Crepúsculo), que achava bem divertidas. Num daqueles dias que você resole dar uma chance pra algumas músicas desconhecidas, encontrei essa Figure 8 que mostra ser uma música bem triste no início mas que cai num refrão cheio de dubstep, continuando meio melancólica. É boa!

 

 

Little Talks – Of Monsters and Men

 

Essa me faz pensar em um lugar bem bonito, meio chuvoso, como a Irlanda, e faz lembrar de Harry Potter. É uma música que acho bem pra baixo mas ao mesmo tempo levanta o ânimo. Hmm?

 

 

Get Your Shine On – Florida George Line

 

Essa é mais agitada e bem country. É, eu gosto de country, esse gênero me anima, me lembra trailers, áreas com pouca vegetação, E.U.A. (Tem uma pesquisa que diz fãs de country são mais feios que fãs de outros gêneros musicais) Não tem problema, não sou fã, só escuto!

 

 

Blablablá, escutem e comentem o que acharam da playlist. Até! :).

As Crônicas de Nárnia – O Cavalo e seu Menino – C. S. Lewis

Titulo: O Cavalo e seu Menino

Escritor(a): C. S. Lewis

Editora: Martins Fontes

Paginas: 107

Ao saber que não era filho de Arsheesh, o pescador, o jovem Shasta decide fugir da cruel Calormânia. Na companhia do cavalo falante Bri, ele parte em direção ao Norte rumo a Nárnia, onde o ar é fresco e reina a liberdade. Em sua jornada pelo deserto árido, Shasta tenta imaginar o que estará esperando por ele adiante. Tudo parece tão vasto, desconhecido, solitário… e livre.

 

 

 

Mais um livro lido, mais um pra guardar no hall dos bons já lidos. Tudo bem, não é o melhor – melhor, melhor – que já li mas, mesmo assim, como os outros livros da série esse tem aquele quê que te faz gostar mesmo sem ser o melhor. Porque nem sempre uma estória precisa ser “do século” pra que criemos uma certa empatia.

Volto a escrever a mesma coisa: as personagens são tão rasas que não há espaço pra muita ligação emocional. É tudo muito morno – até demais. Você não tem como criar algo com as personagens; pelo menos eu não consegui. Obviamente, conseguimos sentir pena, raiva, alegria, mas é tudo simples. Isso, por outro lado, não faz do livro ruim, a escrita continua segura e precisa, sem enrolação sem ser tediosa. Talvez seja a coisa que mais gosto do livro. É tão curtinho que nem se percebe que já está lendo o final.

Gostei do Bri, o cavalo, e de Huin, a égua, que são bem divertidinhos e dão um pouco de graça para a trama. Aravis e Shasta, mais ou menos. É incrivel como tenho mais facilidade pra gostar de personagens animais à humanos. Não sempre, claro. Raiva senti do principezinho que me deu vontade de joga-lo num furacão. Achei o final dado a ele muito leve depois de tanta arrogância, egoismo, ego elevado e machismo; assim como seu pai, um imbecil que acha que só porque tem poder pode fazer o que quiser da população.

Isso é um dos pontos fortes do livro, falar sobre coisas que são erradas sem se tornar tedioso ou transparecer como moral. Percebemos no caso de Aravis, que estava sendo forçada pelo seu pai a casar com um homem velho apenas pelo dinheiro. Ou Shasta, que perdeu os pais e teve o azar de encontrar uma pessoa tão má como pai. Huin e Bri, tirados de seu lugar natal e forçados a viver como animais normais sem poder falar. Bem escondidinho, mas sempre ali, é o jeito de se escrever moral pra crianças.

A estória se passa na Era de Ouro quando Lucia, Susana, Edmundo e Pedro, governam Nárnia. Mas a maior parte se passa na Calormânia ou Arquelândia, uma terra parecida com o Egito. Não minto, me deu vontade de comer algumas especiarias de lá.

O livro é redondinho e bem feito, levando mais do que apenas diversão para os pequenos – e grandes. Com a aparição de Aslam, a festa está feita. Ótima leitura, recomendadíssimo!

As Cronicas de Nárnia – O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa – C. S. Lewis

Titulo: O Leão, a Feticeira e o Gurda-Roupa.

Escritor(a): C. S. Lewis.

Editora: Martins Fontes.

Paginas: 184.

“Dizem que Aslam está a caminho. Talvez já tenha chegado”, sussurrou o Castor. Edmundo experimentou uma misteriosa sensação de horror. Pedro sentiu-se valente e vigoroso. Para Suzana, foi como se uma música deliciosa tivesse enchido o ar. E Lúcia teve aquele mesmo sentimento que nos desperta a chegada do verão. Assim, no coração da terra encantada de Nárnia, as crianças lançaram-se na mais excitante e mágica aventura que alguém já escreveu.

Simplesmente não dá pra não gostar dessa série, que a cada livro melhora e consegue te fazer ficar ansioso pelo próximo livro, mesmo mudando de personagens durante a série. Isso é culpa do C. S. Lewis e sua escrita tão cativante.

Lucia, Susana, Pedro e Edmundo são os irmãos Pevensie, que fugindo do bombardeio em Londres, na Segunda Guerra Mundial, vão morar na casa de um professor, no campo. Lá encontram um guarda-roupa que os leva até Nárnia, um país com seus próprios costumes, habitantes, e que infelizmente está sobre uma maldição colocada pela Rainha Branca (que não é rainha, se acha rainha). Não há mais verão, só inverno o ano todo. Mas a chegada dos irmãos pode ser a salvação de Nárnia, por que, pela profecia, a chegada de quatro filhos de Adão e Eva indica que o reinado da Rainha Branca está acabando.

Com a ajuda dos habitantes do país, como, um fauno chamado Sr. Tumnus, um casal de castores, e é claro Aslam, os irmãos derrotarão a feiticeira, se tornarão reis e rainha, e ainda livrará o mal de Nárnia.

Não tem outra, é começar a ler para rapidamente entrar de cabeça na estória e se perder por horas a fio pelo mundo de Nárnia. A escrita de Lewis é muito boa pelo fato de não ficar detalhando tudo, não ficar enchendo as paginas com descrições ou coisas que não fazem tanta importância para o entendimento do livro. Ele explica o que tem de explicar, e fim. Ponto final. Até por isso, o livro é bem curtinho e numa pagina pode acontecer varias coisas; o inicio da guerra e o seu fim, etc.

Mas uma coisa que até hoje estranho um pouco é o fato de não criar muita empatia com as personagens, não por elas, e sim por causa do Lewis que não consegue trabalhar as personagens pra isso. Você obviamente torce por elas, odeia-as, torce e chora, mas sem um grande apego. Isso não faz o livro ser ruim mas também não o ajuda a se tornar melhor. Os filmes mesmo que pouco, conseguem criar um pontada de empatia por elas, mas bem pouca.

Mesmo assim, Lúcia é a personagem que mais gosto, com seu jeitinho gentil e caridoso consegue me fazer cair em sua graça. O Sr. Tumnus, é legal e engraçadinho. Edmundo como sempre me dá nos nervos, pelo menos isso. Já os outros irmãos são chatos e desinteressantes. Aslam é o melhor, não sei o motivo mas a presença dele sempre me deixa feliz.

Enfim, é uma ótima série que te transporta pra outro mundo e que diverte bastante.

Aguardem mais resenhas. Até! :).

Resenha: As Crônicas de Nárnia – A Viagem do Peregrino da Alvorada de Michael Apted

 

Neste novo capítulo, os irmãos Pevensie, Edmundo e Lúcia, retornam à Nárnia acompanhados pelo primo Eustáquio Mísero e lá encontram o príncipe Caspian, agora Rei, que os convoca para a importante missão de encontrar os Sete Lordes Desaparecidos de Telmar. A bordo do imponente navio O Peregrino da Alvorada, os heróis de Nárnia se confrontarão com dragões, anões, tritões e um grupo de guerreiros perdidos. Com a ajuda de novos parceiros e de outros já conhecidos do público, como o rato falante Ripchip, o grupo enfrentará mares bravios, navegando até uma série de ilhas misteriosas, que ocultam segredos e tentações. Ao embarcarem no Peregrino da Alvorada, sua coragem e suas convicções serão postas à prova numa jornada de transformação com destino ao País de Aslan, nos recantos mais longínquos do mundo.

 

Se a resenha ficar um pouco simples demais, desculpe, é que faz umas três semanas que vi e por isso pode não ser muito detalhada. E também não vou resumir o enredo, apenas escreverei o que gostei e etc…

Assim como o primeiro filme, esse me conquistou apesar de ainda achar que o primeiro foi o mais interessante. O segundo nunca consegui assistir, sempre que começava a ver, desistia; não sei se o problema é o filme, ou a estória. Pode não ter um enredo tão divertido quanto o primeiro mas mesmo assim gostei. Até porque eu queria ver o fim do mundo, ou do oceano; e foi legal ver aquela ilha negra.

As personagens não conseguiram com que eu gostasse menos ou mais delas. A Lucia, é a unica que tenho mais empatia – foi a unica que mais gostei do primeiro. Edmundo agora melhorou mas ainda continua com um jeito bem chato de ser. E para minha surpresa, Eustáquio não foi tão nojento e irritante quanto eu pensei que seria; é uma personagem até que legal, principalmente quando esta perto do ratinho Ripchip que gosta de deixa-lo bravo.

Uma coisa que percebo é que no filme tudo se resolve rapidamente ou de uma maneira meio boba. Sabe aqueles filmes que você não fica aflito porque sabe que nada vai acontecer as personagens. Então, esse é um deles. Não que desmereça o filme, mas deixa-o menos ligador de emoções.

A parte que mais me animei foi quando eles encontram o Aslam. Não por ser de ação, mas sim, por, sei la, gostar da presença dele, do que ele fala. E ele deixa claro no filme que no mundo de Lucia e Edmundo eles o conhecem por outro nome, fazendo sempre a junção de fatos da religião com os acontecimentos da estória. Só não gostei de saber que talvez os irmãos nunca mais voltem a Nárnia. Pelo menos o Eustáquio deve voltar.

Resumindo: gostei do filme, é legal, tem boas cenas e personagens, me deixou com vontade de ver mais adaptações de Nárnia, e de ler todo a saga completa logo.

Bom, foi isso que me lembro da estória e espero que tenham gostado da resenha. To sentindo que a cada resenha feita melhoro um pouquinho e consigo escrever com mais facilidade. 🙂 !!!.