Busca Implacavel 2 – Olivier Megaton


É bom e ponto final!

 

Como poderei começar essa resenha? Bem, não sou o maior fã de filmes de ação, até gosto de alguns como Duro de Matar 4 (tentei assistir os antigos e não me interessei, o novo parece ser bem caça-niquel), mas o filme tem que penar pra fazer com que eu fique com vontade de assistir. Vi o primeiro Busca Implacavel (Taken) e achei interessante, até porque o herói da história não se torna um saco de pancadas, e sim, faz dos outros o seu. Mas nada demais. Agora que tive a oportunidade de ver o segundo, confirmo: Liam Neeson é o cara!

O ex-agente da CIA Bryan Mills (Liam Neeson) está separado de Lenore (Famke Janssen), mas se mantém sempre próximo da filha Kim (Maggie Grace). Um dia, ao pegá-la para mais uma lição de direção, Bryan vê o atual namorado de Lenore deixar a casa dela às pressas. Logo descobre que ele cancelou uma viagem à China, onde Lenore pretendia passar um período de descanso ao lado da filha. Bryan convida ambas a encontrarem com ele em Istambul, na Turquia, onde terá que realizar um serviço nos próximos dias. Elas topam e o encontram na cidade. O que Bryan não esperava era que Murad Krasniqi (Rade Serbedzija), o pai de um dos sequestradores mortos por ele ao resgatar a filha, deseja vingança. Para tanto elabora um plano onde não apenas Bryan corre risco de morte, mas também a filha e a ex-esposa. (Fonte: Adoro Cinema, gente faz uns dias e já esqueci o nome de tudo).

Uma coisa que eu digo sobre filmes de ação é não espere nada muito complexo, e as vezes, que faça tanto sentido. Se você ignorar certas coisas a diversão é garantida; e esse filme proporciona isso, eu considerei ele muito melhor que o anterior. A história, porém, parece ser bem menos trabalhada, chegando a ser bem simples, até mais do que alguns filmes infantis. Mas pelo menos não deixa a peteca cair e entretem em seus 1h31m de duração. É engraçado porque tudo se resolve muito facil, não tem aquele mesmo teor de não saber como vai se desenrolar a trama, coisa que se fosse em outro filme eu já estaria falando que não presta.

Eu gostei do Bryan, achei um personagem simpático, preocupado com a família, e apesar de não haver um desenvolvimento trabalhado, desejei que ficasse com a Lenore. Sempre cuidando da filha, até mesmo quando está próxima de fazer safadezas com o namorado. Mas realmente o que manda mesmo é o Liam Neeson que considero por esses dois filmes bem mais divertido que muitos outros atores de filmes de ação genéricos. A forma como o personagem dele faz pra sua filha encontrar o esconderijo onde eles estavam é bem interessante.

Como disse e repito, é bem simples, clichê mas consegue entreter, te fazer assistir, e não concordar com algumas coisinhas também. Tipo, o pai do homem que ele matou culpando o Bryan pelo seu sofrimento. Caramba, peraí! O filho dele era um bandido que vendia mulheres num leilão pra podres de ricos, fazia uma coisa erradíssima, e ainda tem a coragem de culpar o Bryan, por ter dado um fim naquele idiota. Olhar pro rabo as vezes é bom, evita que a gente tropece nele depois. Enfim, gostei e recomendo pra quem curte esse tipo de filme, onde o herói não é trouxa como em outros filmes por aí.

Fiquei com vontade de assistir Sem Escalas, o novo filme do Liam. Parece ser bem divertido. Fazer o que? Acabei gostando desse ator.

Até a próxima postagem! 😛   :).

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