Comprar ou baixar livros?

Livros sabem muitas histórias.

Uma coisa que quase ninguém pode dizer que nunca fez é ter obtido algo de uma forma não condizente com os manuais de boas maneiras. Livros, filmes, musicas e lá se vai outras coisas com certeza já foram baixadas ou compradas por meio da pirataria. Isso é um fato. Ninguém pode negar. Enquanto uns olham com cara feia pra esses meios de se conseguir o que quer (geralmente pessoas com mais, digamos, dinheiro), outras veem como uma forma errada mas a mais fácil de poder ter o que quiser de forma mais barata possível (pessoas não tão ricas… ou não). Mas concordemos que a maioria baixa, compra produtos piratas. Alguns não sentem nem um pouco de remorso, já outras ficam com aquela culpa de estar fazendo alguma coisa errada. Mas então porque de muitas ainda preferirem os piratas?

Vamos separar por tópicos para facilitar nossa vida.

 

Verba não é pra quem quer!

 

Creio que um dos grandes motivos das pessoas piratearem produtos é o grande preço cobrada por eles. Ou vai me dizer que trinta reais por um livro é barato? Claro que não. E não é coisa de gente mão-de-vaca, é coisa de gente que tem coisas muito mais importantes para gastar seu dindim. Veja bem, não estou dizendo que livro não é importante, jamais; a questão é que no nosso país nosso povo não tem o melhor salário mínimo do mundo, R$ 700,00 reais não é nada para quem quer o mundo. Essa quantia mal basta para colocar comida e pagar as contas direito, quem dirá obter lazer com livros, musicas, cinema, parques de diversão, enfim. Se você procurar na internet verá que o salário essencial para viver aqui seria de R$ 2.200 reais! Você pode até dizer que um predeiro ganha mais do que isso por mês (tem quem ganhe quatro mil) mas também só ganha se tiver o que fazer; e não são todos que são pedreiros.

Trinta reais num livro, ou mais, coisa que é muito comum, principalmente com os novos, é absurdo. Num país que falta educação, uma das formas mais fáceis de se aprender é totalmente fora de mão para muitos. Ahhh… vai me dizer que não da pra economizar um mês? Dá sim, mas para um mês! E o outro? Fica sem livro. E falei só de pessoas de baixa renda, mas até a classe média fica meio descontente com os preços do livro. Não muito pelo valor do Brasil, que se é mais riquinho nem pesa tanto, e sim ao valor que se paga nos E.U.A. Com cinquenta dólares se compra livros de capa dura, e até mesmo umas duas séries, trilogias, num box bem bonito. E aqui? Quase não dá um livro. Um box? Talvez um bem simples.

Box Divergente à trinta dólares.

Box Divergente à trinta dólares.

Tá bom, se você prefere Jogos Vorazes olha o Box à trinta dólares também.

Tá bom, se você prefere Jogos Vorazes olha o Box à trinta dólares também.

As pessoas gastam com coisas menos importantes? Sim, mas isso não é justificativa para o alto preço.

 

Incentivo a leitura.

 

Nesse caso creio que o problema não seja apenas de um. No meu ver os pais que deveriam se responsabilizar em inserir os filhos no mundo da literatura, e não as escolas ou o governo. Gente, não é tão bonito quando vemos naqueles filmes estrangeiros as mães e os pais lendo alguma histórinha na cama antes das crianças dormirem? Isso é incentivar a leitura. A criança aprende a gostar dos livros porque ela pode escolher as histórinhas, facil né.

A escola deve apenas continuar esse incentivo, mas não obrigando os alunos a lerem algo que não queira. Por favor, O Cortiço pode até ser bom mas nem todo mundo quer uma história assim pra entrar no mundo dos livros, a maioria deve preferir os livros com alguma aventura. Isso é um meio de incentivar a leitura. Por exemplo, Filosofia indica livros com temática mitólogica, como Percy Jackson. História indica por exemplo algum liro que trate do que ocorreu em um período, como A Menina que Roubava Livros ou O Menino do Pijama Listrado. Pronto, plantou a semente, se a pessoa se interessar pela história com certeza vai ir atrás de mais assuntos relacionados.

O governo não tem que incentivar a leitura!… Não na forma de obrigar o que as pessoas devem ler. Como eu escrevi anteriormente quem deve incentivar a leitura são os pais, o governo deve apenas subsidiar os meios de se conseguir isso. Talvez dando verbas para as escolas comprarem livros, ou ele mesmo doando. Tá, muitos livros que tem em bibliotecas o governo deu, mas ele não tem somente que dar, ele tem que mostar que deu, tem que fazer propagandas em favor aos livros. Mas sem falso intelectualismo de ficar só em livro chato.

Juntando tudo, o governo não apoia a leitura, logo os pais também não incentivam – as vezes por causa da educação da escola na sua época, “sem cultura” – e aí a criança na escola é obrigada a ler livros chatos, massantes que só vão deixa-lás mais descontentes com os livros. Por isso que muitas acham os livros tão blerg!, tão coisa e nerd. Com a falta de incentivo, não são todos que compram livros, e daí as editoras sobem os preços tenta ganhar por cada livro vendido. Tentam ganhar com a venda de um livro, o que ganhariam tendo que vender três ou mais por um preço mais em conta.

 

Editoras não tem tanta culpa assim.

 

O trabalho de se publicar um livro é grande, e o custo também. A maior parte do dinheiro que uma editora ganha vái para a gráfica, porque não é nada barato fazer capas, imprimir várias folhas em papél pólen gold master supa dupa amarelo. A outra parte vai para pagar funcionários, divulgação, e por ultimo o lucro da mesma. Tendo que pagar tanto para vender pouco – se comparado aos E.U.A – elas vão deixar que os consumidores paguem por esse custo; por isso o preço bem carinho de livros.

Voltando ao governo, ele não investe em editoras, na verdade não investe em quase de nada cultural, porque se o fizesse o valor com certeza despencaria já que as editoras não gastariam tanto com a produção do livro. Logo, essa careza toda pesa no bolso, e daí vem a pirataria.

 

Há pessoas “espertinhas”.

 

É obvio que também há aquelas pessoas que adoram levar vantagem em tudo. Tem dinheiro de sobra pra comprar um livro mas prefere piratear e gastar o dinheiro com qualquer coisa supérflua. Acha que quem paga por produtos originais é tonto, principalmente livros, musicas, filmes que se pode baixar da internet gratuitamente.

 

Conclusão.

 

E tudo esses fatores juntos formam o o grande problema da falta de cultura do brasileiro, que até procura o que ler mas que desite pelo preço astronomico dos livros. Enquanto isso o governo adora ver o povo do Pão e Circo, cada dia mais burro e ignorante, sem cultura, sem opinião formada, sem qualquer interesse político. Não que eu seja interessadíssimo em política, mas temos que pelo menos saber como anda o Congresso.

Precisamos de mais investimento em cultura, que é o que fortalece um páis, nosso é conhecido como o país do futebol e Carnaval, cabe a você ver se isto é um elogio ou uma forma de dizer que não temos cultura.

Enquanto nos E.U.A existem várias bibliotecas públicas aqui as poucas que existem passam tão despercebidas pela população, e sem nenhum incentivo a elas, continuarão tão despercebidas quanto são agora.

Ps: É minha primeira postagem opinativa então eu posso ser contraditório em algumas partes. Pode haver também uma fuga de raciocínio; mas isso são coisas que quanto mais praticadas mais aperçoadas ficam. Espero que tenham gostado e tirado suas própias ideas sobre o assunto pirataria cultural.

Até outra postagem. 😛 :).

 

Video do Cabine Literária sobre o porque dos preços dos livros serem tão altos no Brasil.

 

 

 

2# Spray-List – Vamos nos divertir!

Direitos: Define Body

 

Já que estou sem ideias para nada, e não quero deixar o blog minguar sem posts, resolvi fazer uma lista com algumas musicas que ando escutando ultimamente. Mas não será por ordem de melhor para pior, ou coisa do tipo; vai ser da ordem leiam agora!

 

Slow Down – Selena Gomez

 

Essa é bem agitada, pra escutar com os amigos, mas não vai muito além disso. Apesar das pessoas terem uma certa pulga atras da orelha com a Selena, eu não tenho. E olha que na série Os Feiticeiros de Waverly Place eu gostava da personagem Alex, e para mim, a atriz era tanto faz.

 

Take It Easy On Me – Robin Thicke

 

Essa música é daquelas que você escuta apenas por ter alguma parte legal, no caso, o refrão que daqueles que ficam rodando na cabeça. Só não sei se tenho problema por escutar uma música inteira só pelo refrão.

 

Figure 8 – Ellie Goulding

 

Até pouco tempo atrás eu não via muita graça nessa cantora, gostando apenas de duas músicas dela: Anything Could Happen e Bittersweet (trilha sonora de Crepúsculo), que achava bem divertidas. Num daqueles dias que você resole dar uma chance pra algumas músicas desconhecidas, encontrei essa Figure 8 que mostra ser uma música bem triste no início mas que cai num refrão cheio de dubstep, continuando meio melancólica. É boa!

 

 

Little Talks – Of Monsters and Men

 

Essa me faz pensar em um lugar bem bonito, meio chuvoso, como a Irlanda, e faz lembrar de Harry Potter. É uma música que acho bem pra baixo mas ao mesmo tempo levanta o ânimo. Hmm?

 

 

Get Your Shine On – Florida George Line

 

Essa é mais agitada e bem country. É, eu gosto de country, esse gênero me anima, me lembra trailers, áreas com pouca vegetação, E.U.A. (Tem uma pesquisa que diz fãs de country são mais feios que fãs de outros gêneros musicais) Não tem problema, não sou fã, só escuto!

 

 

Blablablá, escutem e comentem o que acharam da playlist. Até! :).

#2 Spraylist: Top 5 – Na tabela do Spotify

E mais uma vez, volto com uma playlist bem legal, pensada em vocês que adoram passar o dia inteiro escutando e dançando uma música muito boa.

A de hoje visita a tabela musical do Spotify, um programa como o Itunes, ou o Rdio; só que diferentes destes, dá pra ouvir música de forma totalmente gratuita e de bem com os direitos autorais. Nele além de ouvir da para comprar as músicas que lhe agradar, pesquisar artistas e blablablá. Enfim, querem explicação? Tome! Continuar lendo

#1 Spray-list: Top 5 – Quando os desconhecidos emergem!

Enquanto eu não termino de ler Christine – um ótimo livro -, e não tenho o que resenhar, vou fazer uma coisa que já estava na minha mente antes mesmo de iniciar o blog: Uma Playlist!

Mas como não queria ser tão genérico, pensei num nome um pouco mais chamativo e engraçado. SprayList.

Deixando bem claro que não há nenhuma classificação, nem por ordem de melhor, nem de nova…

A playlist de hoje é especialmente voltada para pessoas não muitos famosas, que estão engatinhando, ou não, no meio musical.

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