Resenha: Vovô Sem-Vergonha – Jeff Tremaine

 

Nunca fui muito fã dos filmes do Jackass que sempre achei bem tosco e idiota, com algumas cenas até divertidas mas que num conjunto todo pecava com a própria falta de noção, do perigo de certas brincadeiras. Também não acompanhei o programa da MTV, na verdade, assisti muito pouco a esse canal. Sempre ouvia os outros comentando de tal coisa e sempre boiava na conversa. Mas não sei porque quando vi o trailer desse filme achei bem interessante e resolvi dar uma chance pra ele.

O novo longa gira em torno de Irving Zisman, um senhor de 86 anos que perde a esposa e descobre que a filha voltará para a cadeia. Ele, então, é obrigado a começar uma viagem pelos Estados Unidos para entregar seu neto Billy para o pai. A partir daí, nos vemos diante de uma sucessão de esquetes, algumas muito divertidas e outras simplesmente sem graça. O humor exagerado e escatológico aparece em alguns momentos, mas com moderação. (Adoro Cinema. Escreva sua própria sinopse.)

Vai saber o porque de ter tido vontade de ver essa coisa, mas uma coisa eu sei: não foi perda de tempo. O filme não vai agradar a todos, principaklmente por seu conteúdo obsceno, depreciativo, e um tanto quanto besta. Mas como eu sou um besta de plantão, posso dizer sem vergonha nenhuma que adorei essa porcaria de filme.

Diferente dos exemplares Jackassianos ele tem um fio de trama; não é a coisa mais profunda que existe mas também não deixa de ser interessante. Cada cena é uma loteria de risadas, e por várias vezes ao londo do filme cliquei rewind para rever alguma piada memorável. E olha que sou difícil com filmes de comédia que não estavam mais me entretendo, me fazendo rir. Mas parece que agora essa maré está pra peixe. Depois que assistir Família do Bagulho só tenho tido ótimas experiências com filmes de comédia pastelão. Me faça rir que eu esqueço o quão sem noção é.

O Knoxville está muito bem caracterizado de vovô (sem verogonha) tanto na maquigem como na atuação. É demais ver ele deixando as pessoas encabuladas com sua falta de senso e semancol. Niccol consegue ficar mais do que tudo espetacularmente divertido, aquela criança que a gente queria ter por perto. Sua interação com o Knoxville é muito interessante e senti uma empatia muito grande por eles. Ele soube fazer direitinho seu papel e teve muitas cenas engraçadíssimas onde eu ri feito um besta.


 

Muitas cenas são tão birutas. Numa o vovô e seu neto entram num mercadinho e saem montando o seu lanche sem pagar nada, abrindo pacotes de pão, presunto, mostarda, achocolatados, na maior naturalidade. Ou em outra quando o Billy vai até uma loja de objetos sexuais e pergunta para a mulher se ela comprou aquela roupa na loja das vadias; me desculpe mas eu ri. E tem mais: quando Irving vai até uma boate – noite das mulheres – e fica paquerando as moças do local que só estão interessadas nos homens pelados dançando; e quando ele vai dançar (seminú) … senhor… a gravidade afeta demais.

É por essas e outras coisas – que você descobrirá assistindo – que recomendo essa falta de noção travestida de filme. Um bom filme de entretenimento puro e simples onde falta de vergonha impera e nos faz perguntar se esses seres não conhecem algo chamado rubor. As pessoas em volta não sabem se riem ou se chocam com as ações. A cena do menino no baile é uma clara referência à Pequena Miss Sunshine, só não sei se é bom para o garotinho se expor dessa maneira. Mas eu sei que dos dois prefiro o primeiro. Ja falei que rio por nada. E de nada. Sei que você gostou da minha resenha, então vai lá assitir essa porcaria – com qualidade.

Resenha: Os Instrumentos Mortais: Cidades dos Ossos – Harald Zwart

 

Que nenhuma adaptação é perfeita nós sabemos, mas sempre esperamos pela melhor adaptação possivel, onde a fidelidade a seu produto inspirado seja a maior qualidade, e claro, se houver modificações que sejam bens feitas e façam o filme mais interessante que o livro – ou que fique no mesmo patamar. Mas nem sempre isso acontece, com essas ondas de adaptação consigo ver alguns encontrarem seu posto e muitos afundarem no mar de porcarias. Alguns fracassos são mais do que óbvios mas outros sofrem com a falta de interesse do público que por algum motivo não se interessou pelo mesmo, apesar de ter qualidade.

Clary Fray (Lilly Collins) presenciou um misterioso assassinato, mas ela não sabe o que fazer porque o corpo da vítima sumiu e parece que ninguém viu os envolvidos no crime. Para piorar a situação, sua mãe desapareceu sem deixar vestígios e agora ela precisa sair em busca dela em uma Nova Iorque diferente, repleta de demônios, magos, fadas, lobisomens, entre outros grupos igualmente fantásticos. Para ajudá-la, Fray conta com os amigos Simon (Robert Sheehan) e o caçador de demônios Jace Wayland (Jamie Campbell Bower), mas acaba se envolvendo também em uma complicada paixão. (Sinopse: Adoro Cinema.Isso que dá demorar pra resenhar).

Quero começar escrevendo, como alguém pode não gostar desse filme, principalmente se você levar em consideração que Crepúsculo fez o maior sucesso, e na minha opinião, não chega nem aos pés desse filme; pelo menos no que diz respeito à comprometimento a trama. O filme cumpre tudo o que parece ser necessário para que nos importemos com a trama e queramos acompanhar suas futuras continuações. Eu não sei o motivo do porque o público não gostou, e do fracasso subsequente, do filme, então fico pensando o que querem de um filme, sendo que uma hora uma porcaria faz sucesso e outra porcaria não.

As personagens são bem divertidas, principalmente o Jace que tem um jeito meio cachorro abandonado e que adora fazer piada, com certeza seria amigo dele. A Clary é bem corajosa e tem um bom entrosamentoi com os seus pares românticos, e por incrível que pareça eu não me chateei com o ramancezinho que tem ao longo do filme, e creio que sempre torci pelos dois. Simon é bem sem jeito mas é carismático; os outros dois irmãos são legalzinhos, apesar de achar que o homem deveria ter um plot maior e melhor trabalhado.

Esse filme tenta conversar sobre certas coisas do modo mais natural possível. como Alec que escancara de modo desfarçado o seu interesse em Jayce, ameaçando a Clary quando ela o ameaça a contar o que ele sente pelo amigo. Entre outras cositas más.

Os efeitos são bem simples, e pouco usado grandiosamente até porque o filme não precisa disso para contar a estória desse primeiro livro. E não me encomodou essa questão. As amquiagens foram muito bem feitas e fiquei até com medo daquele ser no cemitério que levou Clary e Jayce até a Cidades dos Ossos – que não tem nem muita importância nesse filme, vai enteder! E olha que publico final são os adolescentes.

Mas é claro que nem tudo são flores. Algumas coisas ficaram meio sem explicação, como por exemplo, o Hodges mudando de lado de uma hora para outra, ou o fato que o vilão da ytrama Valentim não chega a ser nenhum um pouco amedrontador, parece mais um bocózento. E Simon que foi atacado pelos vampiros não teve nenhum afetamento, quem sabe nos próximos filmes expliquem melhor isso, até porque é uma série de 6 livros e nem tudo vai ser detalhado no início.

Enfim, gostei muito desse filme e gostaria muito de que a continuação que vem por aí seja mais valorizada pelo público porque a trama é muito interessante, e essa junção de várias criaturas como, vampiros, lobisomens, demônios e tudo o mais não parece ser coisa a se ignorar. Os livros ainda não li, mas pretendo assim que puder ler e tirar minhas conclusões finais sobre essa adaptação que até o momento é muito boa.

 

Resenha: Premonição 5 – Steven Quale

 

Lembro da primeira vez que tive contato com essa saga cinematográfica cuja Morte é a personagem principal. Vi no SBT Premonição, e depois sempre torcia para que reprisassem. Foi um filme que marcou minha infância, até porque sempre gostei de tipos como esse; apesar de que depois ficava com dificuldade para dormir. Enfim, sempre torcia para que continuassem a saga, e quando lançaram o quinto eu fiquei feliz demais. Ainda tenho esperanças de que lancem o sexto e sétimo filme, que parece ser o desfecho da saga mais que horripilante.

Sam (Nicholas D’Agosto) tem um estranho pressentimento que as pessoas com quem trabalha e viaja com ele irão morrer num grave acidente. O pesadelo acaba acontecendo, mas graças a ele algumas conseguem se salvar do episódio, inclusive a sua namorada (Emma Bell). O que eles não contavam era que o destino de todos já estava traçado e a morte irá “caçar” um por um até que estejam definitivamente liquidados. (Sinopse: Adoro Cinema)

Como poderia se esperar ele é aquele típico filme que só vai agradar a quem realmente se interessa por coisas do gênero. Tem tudo que um filme desses pede: sangue, morte, gente engraçada, tonta, psicótica entre outras. Traduzindo, é um filme do mais puro entretenimento que não agrega nada novo a cultura de uma pessoa, mas que ainda sim nos faz ficar grudadinhos na cadeira, não piscando para não perder nenhum cena mais chamativa.

A Morte aqui tem um papel um pouco diferente dos outros filme. Calma, ela continua a perseguir os pobres coitados, porém tem um pouco de compaixão e deixa uma pista, um talvez; se você matar uma pessoa automaticamente rouba o tempo de vida do indivíduo, o que faz desse exemplar o mais interessante em relação ao caráter. Quem nos dá essa informação  é Toddy, um legista, que fez participaçães em alguns filmes da série, onde sempre tentava ajuadar as vítimas. É um personagem interessante, que tem um ar de mistério e que nada se sabe a respeito dele.

Aliás os outros personagens não fazem feio, sendo interessantes e umprindo o papel que devem. Geralmente toda resenha coloco que as personagens são mal desenvolvidas, já me cansou, então decidi apenas falar se foram boas ou não. As que tinham comédia como mote fizeram rir, principalmente na cena de morte, uma morte por acupuntura, ou quase isso. As que deviam ser bonzinhas foram, os idiotas também, e os malvados idem.

A cena da destruição na ponte foi muito bem feita, quase fiquei com o coração saindo pela boca  de tão aflito que a cena me deixou. Os efeitos especiais ajudaram mais do que nunca a tornar tudo mais real e envolvente.

Enfim, quem procura um filme que tenha essas qualidades vai se animar e muito com esse daqui, que pareceser o melhor da série até agora. Se tiver uma continuação dele, que seja uma tão boa quanto essa.

 

 

Resenha: The Bling Ring – Sofia Coppola

 

Infelizmente há pessoas que querem conseguir aquilo que almeja da forma mais facil possivel. Pra que trabalhar? Pra que tentar ganhar suas coisas de maneira legal, pra quê? Não é mais fácil roubar – ou furtar, palavra mais elegante; mas de alguém que tenha dinheiro, afinal, se tem muito não vai ligar pra uma mixaria roubada/furtada. E qual grupo mais adora fazer isso? Os adolescentes, que paracem necessitar terem a Prada, a Gucci, a Dolce & Gabana.

The Bling Ring conta a estória de um quinteto de adolescentes ricos que se aventuraram roubando casas de famosos, como Lindsay Lohan, Paris HIlton, Orlando Bloom, e sua derradeira descoberta.

Logo no início pensei que ia gostar muito desse filme, pois gostei do Marc e da Rebecca e a trama parecia ser interessante. Mas conforme os minutos iam passando tudo no filme começava a ficar repetitivo, simplesmente era invasão a domicilio atrás de invasão, desgastando assim a paciência. Não aprofundava em nenhuma personagem, era só um pequeno indicio de tal problema e só.

Tanto é que nem guardei muito os nomes das personagens, de tão chatos que alguns pareciam. A Emma Watson foi até bem feliz com sua personagem, uma menininha sínica até não poder mais, com uma mãe mais idiota e protetora impossível. Quando descobre o que a sua filha fez fica adulando e mimando mais ainda, porque chamar a atenção, dar uma bronca, é coisa de truculento.

E talvez é aí que o filme ganhe algo de bom, mostrando a falta de presença nas vidas dos filhos, não sabendo o que eles fazem de dia ou de noite. Não só isso, como também o excesso de mimação e falta de jogo de cintura dos próprios pais, que não aprenderam a serem pais de verdade.

Talvez o que mais tenha gostado do filme foi a trilha-sonora que mescla musicas de vários gêneros e fazem a trama ficar mais interessante e divertida.

Não é um filme ruim ou dispensável, é interessante até certo ponto (como uma forma de analisar o mundo dos sonhos), se vai ser bom ou não e questão de opinião. Mas encerro essa postagem da mesma forma que o filme encerrou: com uma sensação pouca coisa. Assim como o filme me mostrou o básico eu devolvo o básico de uma resenha sobre ele.

Resenha: The Canyons – Paul Shrader

 

A empatia por alguém é algo que não controlamos. As vezes queremos porque queremos ser best friends de uma pessoa, gostar dela, mas não dá. Não há entrosamento, identificação. Não desgostamos da pessoa ou algo do gênero, simplesmente temos que perceber que não dá pra ser best, apenas friends.

Mas porque eu estou escrevendo isso? Ja ouviu falar de uma garota ex-Disney que atende pelo nome de Lohan, Lindsay Lohan? Então, é ela o motivo dessa intro, apesar de todos os problemas que ele causa e sofre ainda gosto dela, sinto uma empatia tão grande por ela; talvez seja pena, não sei. O fato é que fico triste por ela, queria tanto que ela fosse uma atriz centrada, uma cantora comprometida, que ela desse valor a carreira que ela construiu ao longo desses seus anos de Disney Channel. É como se ela fosse uma irmã ou amiga, alguém que a gente se importasse tanto, queria tanto ser amigo dela pra tentar botar uma luz na mente dela, enfim. Não sou nenhum louco-fã-louco, nem posso dizer que sou fã de algo, ela não é minha, é apenas identificação, simpatia, empatia.

Pronto com isso, vamos ao filme que tava louco para assistir desde que vi que ela iria participar. The Canyons conta a história de Christian (James Deen), um predador sexual que produz filmes com sua atual namorada, Tara (Lindsay Lohan), uma modelo que foi renomada e que agora lida com a decadência da sua carreira. Quando por indicação de Tara, Christian escala Ryan (Nolan Gerard Funk) para ser o protagonista de seu filme, a desconfiança e ciúmes de Christian por sua namorada começa a criar raízes que o deixa cada vez mais psicotico.

É uma premissa bem simples mas que com um bom trabalho poderia fazer surgir aí uma boa trama carregada de suspense e drama. Infelizmente o que ocorre é um filme pautado em como discutir relaçoes nos mais variados lugares e horas. É um filme que não anda, Tara E Christian discutem, Ryan e sua namorada Gina (Amanda Brooks) também, Tara discute com Ryan, e… entendeu? Toda cena é uma DR sem fim, não tem movimento, não há uma linha que puxe a trama para frente, é sempre empacada no mesmo ponto.

As atuações –  se podemos chamar assim – são hora regulares, ora péssimas. Vindo de James Deen é aceitavel pelo fato de que ele só atuava em cenas que não precisa de muita fala… é/era ator pornô. Com sua inexperiencia vemos várias caras e bocas, varios biquinhos, que combinam com determinada parte do filme, mas não nele todo. Lindsay Lohan tem uma boa atução, nada demais, ligou o automático e foi, mas parece que é a única que tentou fazer algo mais caprichado. Nolan que deveria ser importante a trama, com sua caricata e deplorável atuação nos faz rir de tamanha falta de simpatia. E Amanda não é a pior. Tem até uma outra Cynthia que serve pra mostrar os seios.

Seria esse filme um suspense erótico, ou algo assim, mas as cenas em que há nudez são todas tontas e sem nenhum interesse à trama. Pra falar a verdade eu não entendi o que o Christian era, ele goswtava de gravar cenas de seus atos sexuas com Tara, gostava de que sua namorada saísse com outros homens e mulheres, e gostava de menage à trois, à quatrois… É tudo tão superficial e mal escrito que você ao terminar o filme não sabe o que assistiu, não entende a história e qual o rumo que deveria ter rumado.

Penso eu que se uma personagem é louca ela deveria ser desde o começo do filme mostrada como tal, se fazia tratamento que mostrasse sua consulta ao psiquiatra, e não no final do filme, quando você quer mudar o foco do filme, fazer ele do nada se tornar um psicótico, louco. E não venha me dizer que é a falta de dinheiro (esse filme foi financiado atravéz de crowfunding) porque há ótimos filmes que não possuem dinheiro mas tem uma boa trama. A história é boa mas faltou por parte do roteirista o mínimo de conhecimento sobre como fazer um roteiro que preste e que contenha alguma trama decente.

Mas por incrivel que pareça não é um filme chato, é parado e monótomo, mas não chega a ser entediante. Apesar de não ter adorado o filme, sei lá gostei um pouquinho, assisiria de novo depois de uns meses. Mas cada pessoa tem uma maneira diferente de lidar com um filme, talvez você ame. Assista e veja por si mesmo o que o filme é.

Lohan não encontra aqui a sua possivel volta aos grandes filmes mas pelo menos ja mostra que talento tem só falta boa vontade. E para Deen, quem sabe um começo de carreira na grande Hollywood.

Resenha: As Crônicas de Nárnia – Principe Caspian – C. S. Lewis

Titulo: Príncipe Caspian

Escritor(a): C. S. Lewis

Editora: Martins Fontes

Paginas: 215

“Tempos difíceis abateram-se sobre a terra encantada de Nárnia. Os dias de paz e liberdade, em que os animais, anões, árvores e flores viviam em absoluta paz e harmonia, estavam terminados. A guerra civil dividia o reino, e a destruição final estava próxima. O príncipe Cáspian, herdeiro legítimo do trono, decide trazer de volta o glorioso passado de Nárnia. Soprando sua trompa mágica, ele convoca Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia para ajudá-lo em sua difícil tarefa.”

Quanto tempo demorei pra voltar a ler essa série, estava lendo um atrás do outro e parei de ler, fui pra outros livros, voltei a ler os primeiros capítulos e fiquei um tempão sem ler, voltei a ler os sete primeiros capítulos e por uma semana só pensei em ler (porque ler que é bom nada) e hoje terminei de ler os capítulos restantes. Não sei o que foi direito mas esse livro apesar de ter me agradado não conseguiu me segurar muito na leitura.

Tudo começa quando Pedro, Susana, Lúcia e Edmundo estão numa ferroviaria e são transportados para Nárnia do nada, indo parar numa ilha tomada por florestas, e ruínas de um castelo que logo depois descobrem ser o antigo reino de Cair Paravel, onde por muito tempo eles reinaram. Mas se pergutam o que aconteceu pra tudo estar tão devastado como se tivesse passado séculos, sendo que fazia um ano desde a última vez que estiverem em Nárnia; pra logo depois se lembrarem que em Nárnia o tempo passa de uma forma diferente.

Enquanto passeavam pela ilha salvam um anão (Nikabrikk) que estava prestes a morrer afogado, salvam-o e ele lhes conta o que aconteceu a Nárnia. Caspian fugiu do castelo de seu tio depois que o mesmo ganhou um herdeiro. Antes, apesar de Miraz (o tio) não gostar de Caspian estava disposto a dar o reino á Caspian X, que era dele por direito, pois era o unico da família, mas depois de ter ganhado um sucessor de sangue a sua vontade era de acabar com o problema que seria Caspian. Tudo isso quem lhe contou foi Cornelius seu professor, um mestiço de anão e humano que indicou que o menino fugisse para escapar da morte. Na sua fuga o menino acaba caindo do cavalo e desmaiando, quem o salva~são um grupo de animais falantes, antigos moadores de Nárnia: um texugo, e dois anões. Quando acorda, Caspian conta tudo o que aconteceu a eles, resolvem então contra-atacar o reinado de Miraz. Para isso, enviam Nikabrikk e um esquilinho em cada direção: Nikabrikk vai em direção a Cair Paravel onde encontra os irmãos Pevensie.

Resumi um pouquinho a estória, como o livro é pequeno se ficar contando detalhe por detalhe não vai ter surpresa quando le-lo.

Dos irmãos não tenho muito o que dizer, gosto bastante da Lúcia por ser sempre esperta e tentar guiar os outros no caminho certo. E Edmundo que não suportava no filme está bem interessante e menos chato. Susana e Pedro são normalzinhos. Gostei bastante também do texugo Caça-Trufas, sempre inteligente, e o ratinho Ripchip é engraçadinho, tão pequeno e com tanta vitalidade.

Novamente elogio a escrita de C.S. Lewis sempre simples e direta ao ponto, uma maravilha para se ler. Assim como Nárnia que continua muito interessante com seus animais e vida própria, apesar de que os telmarinos tenham estragado-a completamente.

Os telmarinos são descendentes de piratas que sofreram um acidente com o navio e foram parar numa ilha. Viveram por lá e certo dia encontraram uma caverna que tinha um portal que acabou os levando à Telmar. Quando começou a haver escassez de comida os telmarinos se mudaram e encontraram Nárnia, acabando com tudo de mágico que havia por lá. Foi bem legal o Lewis ter contado isso.

É isso, não tenho muito mais o que comentar do livro, apenas que leiam e vejam como é um livro divertido. E lembrem-se sempre de Aslam que considero a melhor personagem. Até Mais, 😛 :).

Busca Implacavel 2 – Olivier Megaton

É bom e ponto final!

 

Como poderei começar essa resenha? Bem, não sou o maior fã de filmes de ação, até gosto de alguns como Duro de Matar 4 (tentei assistir os antigos e não me interessei, o novo parece ser bem caça-niquel), mas o filme tem que penar pra fazer com que eu fique com vontade de assistir. Vi o primeiro Busca Implacavel (Taken) e achei interessante, até porque o herói da história não se torna um saco de pancadas, e sim, faz dos outros o seu. Mas nada demais. Agora que tive a oportunidade de ver o segundo, confirmo: Liam Neeson é o cara!

O ex-agente da CIA Bryan Mills (Liam Neeson) está separado de Lenore (Famke Janssen), mas se mantém sempre próximo da filha Kim (Maggie Grace). Um dia, ao pegá-la para mais uma lição de direção, Bryan vê o atual namorado de Lenore deixar a casa dela às pressas. Logo descobre que ele cancelou uma viagem à China, onde Lenore pretendia passar um período de descanso ao lado da filha. Bryan convida ambas a encontrarem com ele em Istambul, na Turquia, onde terá que realizar um serviço nos próximos dias. Elas topam e o encontram na cidade. O que Bryan não esperava era que Murad Krasniqi (Rade Serbedzija), o pai de um dos sequestradores mortos por ele ao resgatar a filha, deseja vingança. Para tanto elabora um plano onde não apenas Bryan corre risco de morte, mas também a filha e a ex-esposa. (Fonte: Adoro Cinema, gente faz uns dias e já esqueci o nome de tudo).

Uma coisa que eu digo sobre filmes de ação é não espere nada muito complexo, e as vezes, que faça tanto sentido. Se você ignorar certas coisas a diversão é garantida; e esse filme proporciona isso, eu considerei ele muito melhor que o anterior. A história, porém, parece ser bem menos trabalhada, chegando a ser bem simples, até mais do que alguns filmes infantis. Mas pelo menos não deixa a peteca cair e entretem em seus 1h31m de duração. É engraçado porque tudo se resolve muito facil, não tem aquele mesmo teor de não saber como vai se desenrolar a trama, coisa que se fosse em outro filme eu já estaria falando que não presta.

Eu gostei do Bryan, achei um personagem simpático, preocupado com a família, e apesar de não haver um desenvolvimento trabalhado, desejei que ficasse com a Lenore. Sempre cuidando da filha, até mesmo quando está próxima de fazer safadezas com o namorado. Mas realmente o que manda mesmo é o Liam Neeson que considero por esses dois filmes bem mais divertido que muitos outros atores de filmes de ação genéricos. A forma como o personagem dele faz pra sua filha encontrar o esconderijo onde eles estavam é bem interessante.

Como disse e repito, é bem simples, clichê mas consegue entreter, te fazer assistir, e não concordar com algumas coisinhas também. Tipo, o pai do homem que ele matou culpando o Bryan pelo seu sofrimento. Caramba, peraí! O filho dele era um bandido que vendia mulheres num leilão pra podres de ricos, fazia uma coisa erradíssima, e ainda tem a coragem de culpar o Bryan, por ter dado um fim naquele idiota. Olhar pro rabo as vezes é bom, evita que a gente tropece nele depois. Enfim, gostei e recomendo pra quem curte esse tipo de filme, onde o herói não é trouxa como em outros filmes por aí.

Fiquei com vontade de assistir Sem Escalas, o novo filme do Liam. Parece ser bem divertido. Fazer o que? Acabei gostando desse ator.

Até a próxima postagem! 😛   :).

Resenha: Mama – Andrés Muschietti.

Olhando até parece ser bom, não é ruim pelo menos.

 

Mama foi um dos filmes que mais tive vontade de assistir, até porque eu adoro filmes de terror nesse estilo, e esse parecia ser muito bom. Como não tive a oportunidade de ver no cinema depmorei um tempão pra assistir, e como eu tenho preguiça de baixar filme da internet só agora eu tive a chance de ver. O que achei do filme? Vamos saber agora!

Quando o pai de Victoria e Lilly mata a mãe das garotas, as crianças fogem assustadas para uma floresta. Durante cinco anos, ninguém tem notícia do paradeiro delas, até o dia em que elas reaparecerem, sem explicarem como sobreviveram sozinhas. Os tios das duas, Lucas (Nikolaj Coster-Waldau) e Annabel (Jessica Chastain) adotam Victoria e Lilly e tentam dar uma vida tranquila às duas, mas logo eles percebem que existe algo errado. As duas conversam frequentemente com uma entidade invisível, que chamam de “Mama”. Lucas e Annabel não sabem se acreditam nas meninas, ou se devem culpá-las pelos estranhos acontecimentos na casa. (Sinopse: Adoro Cinema. Não consegui fazer uma decente).

O filme teria tudo pra ser muito legal, no entanto não passa do entretenimento puro e básico. Tudo nesse filme é clichê, não há nada de novo, tem o curioso-bisbilhoteiro, o que só ta ali pra morrer, o que ta ali pra quase morrer, o que esta só por estar, e etc. Você não chega a sentir aquele terror de gelar as espinhas, o que você obtem é somente em algumas cenas aquele suspense e só. Até porque ja meio que sabemos como o filme vai terminar. O que é muito comum nos dias de hoje, terror que assusta e filme com final mais do que clichê. O problema não é o final ser clicê e sim a forma como termina, se apessoa souber usar ele a seu favor não tem problema nenhum.

O fantasma é bem tonto e não da medo e o formato dela é tão ridiculo que parece uma versão feminina daquele quadro, O grito de Van Gogh. A explicação sobre quem era esse fantasma é bem chata e não leva a lugar algum.

Algumas cenas são bem legais como quando a camera focaliza no quarto das meninas e no corredor ao mesmo tempo, enquanto no quarto a menina caçula brinca com um lençol com a Mama, e a Annabel e Victória estão no corredor. Mas só, tem algumas cenas que me fizeram pensar se eu não estava assistindo O Chamado, de tanta semelhança.

Gostei da Jessica, apesar de ser roqueira com aquele jeitão duro, ela se mostrou bem interesante e talvez por isso seja a que mais teve tempo de tela. O Nicolaj que fez o pai e o irmão, no segundo papel teve um carisma melhor e ficou bem interessante esse contraste entre os dois, apesar de que eles não tem cara de pessoas mais aptas a cuidarem de crianças.

Como tem Afonso Cuarón eu pensei que pudesse sair uma coisa bem legal como O Labirinto do Fauno mas infelismente ele só se faz presente nos cenários que Andrés incorporou no filme. Se tivessem sabido dosar bem os conflitos e da trama, e tivessem sabido escrever o filme poderia ter figurado como um dos melhores de terror dessa safra, mas não, mesmo sendo escrito por seis(SEIS!) pessoas o filme conseguiu ter vários furos no roteiro e estragar uma premissa tão interessante. Aliás, o filme é baseado no curta Mamá (com acento) do diretor.

O final foi rídiculo, que conflito mais tonto foi aquele e ainda no final levou a menorzinha. Por favor, o que aquele bendito fantasma queria. Uma pena, um filme que podia ser tão legal virar essa confusão toda. Espero que haja um reboot num futuro e que seja bem melhor que esse, em que só salva a atriz Jessica e as duas meninas.

Até mais pessoal. 😛  🙂 .

Resenha: A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra – Robin Sloan

Titulo: A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra

Escritor(a): Robin Sloan

Editora: Novo Conceito

Páginas: 288

A recessão econômica obriga Clay Jannon, um web-designer desempregado, a aceitar trabalho em uma livraria 24 horas. A livraria do Mr. Penumbra — um homenzinho estranho com cara de gnomo. Tão singular quanto seu proprietário é a livraria onde só um pequeno grupo de clientes aparece. E sempre que aparece é para se enfurnar, junto do proprietário, nos cantos mais obscuros da loja, e apreciar um misterioso conjunto de livros a que Clay Jannon foi proibido de ler. Mas Jannon é curioso…

 

 

 

 

 

 

Sinceramente, não sei porque eu comecei a ler esse livro. Peraí que eu explico, não sei se foi a sinopse, a capa, ou a alguma coisa mais subliminar que me fez pegar esse livro e ler, mas me lembro muito bem de não ter ficado muito empolgado quando vi ele. Lembro de ter ficado com um pouco de curiosidade por causa da livraria e da prometida conspiração na capa do livro, porem nada muito “preciso ler agora”.

Pra começar quero deixar claro que gostei bastante do livro, e talvez essa resenha fique um pouco contraditória por talvez – disse talvez – ter mais pontos negativos que positivos. Então vamos falar do que gostei primeiramente e depois vamos ao que não gostei.

As personagens são muito bem criadas e carismáticas, criando empatia de primeira, e trazendo uma identificação muito legal com cada pessoa. Dizer qual eu gostei mais é difícil porque apesar de bem criadas como citei elas não conseguiram me fisgar por completo. Mr. Penumbra foi talvez o que mais gostei por causa de seu jeitinho de gente velhinha que ja viveu bastante e tem bastante coisa pra contar. Kat Potente namorada do Clay foi melhor no inicio porque do meio pro final ficou muito chatinha – pelo menos foi a impressão que me passou – depois que virou Product Manager da Google. Clay como personagem principal não me cativou muito não; assim como o restante das personagens que quase não tem papel fundamental na história, ou até tem, mas que só existe para aquilo na história funcionar e tornar-se possível. Mas o final das persongagens são meio blá!, parece até Christine do Stephen King.

Creio que o que mais me grudou na leitura foi o enredo que mistura mistério, suspense e um pouco de senso de humor que misturado criou uma estória que se não fosse pequenas coisas seria ótima. A questão da livraria ser toda misteriosa e ter uma clientela bem esquisita que adora pegar emprestado livros criptografados que escondem grandes segredos é interessante  e te faz querer que eles terminem logo de descriptografar a coisa toda de uma vez só para poder saber qual é o grande segredo escondido nesses livros. A coisa chata foi a alternância entre capítulos mais animados e outros mais enrolados, monótomos e chatinhos para ler.

A escrita do Robin Sloan é legal e as informações que ele da sobre como funciona esse mundo das grandes e pequenas empresas e envolvente. O modo como ele descreve o Google é tão real que a gente imagina tudinho, os produtos usados como a Big Box ou o digitalizador de livros é tão detalhado que não sabemos se ele realmente conhece ou não de perto tudo isso. Mas o ponto fraco do livro foi o seu final, que eu já estava esperando que fosse da forma que foi. Pode falar o que quiser mas essa coisa de que o verdadeiro segredo da imortalidade é a amizade, o amor e blablablá, pelo menos para mim, não cola. que coisa mais chata gente, parece até O Simbolo Perdido de Dan Brown, com aquela porcaria de final que só não estragou o livro porque o recheio era bom e ágil e envolvente. Ta bom, não é um livro de fantasia mas por favor de Deus, invente pelo menos algo mais legal como final, o mundo é tão fantástico por si só, tome exemplo os buracos negros coisa que existe mas que parece tão surreal. Sei lá, inventasse que o segredo da imortalidade seria numa noite de lua cheia, pegar duas pedras, fazer faísca na hora que o vento soprar pro sul, dar três pulinhos e esperar o Peter Pan aparecer. É ridículo? É, mas pelo menos é algo que pode ser verdade (aham!). entendeu o que eu quis dizer. Enfim, tenha criatividade, porque o mais fácil é criar tensão no livro, difícil é entregar um bom final.

O livro pode não ser o melhor que eu li, nem ter as melhores personagens, nem o melhor final, mas pelo menos tem um grande inicio e meio que te faz grudar no livro e largar só no final. Divertido e engraçado na medida certa, com pitadas de mistério e aventura, A Livraria 24h do Mr. Penunbra é um bom passatempo e aprendizado àquelas mentes que gostam de informação sobre tecnologias. É um livro geek!

Resenha: Animais Fantásticos e onde Habitam – Newt Scamander

Titulo: Animais Fantásticos e onde Habitam

Escritor(a): Newt Scamander

Editora: Rocco

Paginas: 64

A acromântula é uma aranha monstruosa de oito olhos e dotada de fala humana, foi desenvolvida pelos bruxos para guardar suas casas ou tesouros… O basilisco, também chamado de rei das cobras, é verde-vivo e pode alcançar até quinze metros de comprimento. Sua criação foi declarada ilegal, desde a época medieval. O dragão é o animal mais mágico do mundo; seu couro, sangue, coração, fígado e chifre têm grandes propriedades ilusionistas.
Estas breves descrições são apenas uma amostra do que o leitor pode encontrar em Animais fantásticos & onde habitam , de J. K. Rowling, escrito sob o pseudônimo de Newt Scamander, e com prefácio do sábio Alvo Dumbledore. Ao livro, adotado pelos professores da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e considerado uma obra-prima, atribui-se a responsabilidade pelo bons resultados dos alunos nos exames de Trato das Criaturas Mágicas. E a obra não é recomendada só para estudantes. “Nenhuma casa bruxa está completa se não possuir um exemplar.” Trata-se de um guia com mais de 80 espécies de animais e seus respectivos hábitos, costumes e origem.
Este exemplar lançado no mundo dos trouxas (não-bruxos) é uma duplicata do Animais fantásticos & onde habitam de Harry Potter, editado, inclusive, com notas informativas que ele e seus amigos fizeram à margem das páginas. Segundo Scamander, Animais… já está em sua 52ª edição e esclarece, entre outras dúvidas, o significado de animal para a comunidade mágica; fornece sua classificação; a percepção dos trouxas sobre esses seres; ensina como e por que mantê-los ocultos em hábitats seguros, desobediência esta que incorre em multa; e faz um histórico das normas impostas pelo Departamento para Regulamentação e Controle das Criaturas Mágicas do Ministério da Magia, ao longo dos séculos, para preservar as feras fantásticas e assegurar aos bruxos o prazer de apreciar seus poderes e beleza.
A escritora escocesa J. K. Rowling cedeu todos os direitos de publicação desta obra para a Comic Relief, uma organização humanitária criada por comediantes britânicos para ajudar crianças carentes. Eles usam o riso para combater a pobreza, a injustiça e a calamidade.
Por exigência da autora, os nomes dos animais foram mantidos na Língua Inglesa, com a tradução entre parênteses. 

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