“Você conferiu a fonte?”

Bem bonita essa imagem!

 

Gente, eu sei que passei meses sem postar, mas foi por um motivo explicável: minha fonte queimou! E quem consertou fui eu. Fui atrás da bendita no Mercado Livre, no Buscapé… só pra ver quanto sairia a coisa toda. Enrolei, desenrolei e enrolei mais um pouco e agora sim posso dizer que estou oficialmente de volta ao blog. O bom de tudo é que economizei por não precisar chamar um técnico (meu PC já é velhinho e tudo que eu achar que consigo fazer, eu faço) e nem precisei comprar nada muito caro. Comprei no Balão da Informática a preço de banana, uma fonte bem simples, mas que atende as minhas necessidades com esse computador.

Enfim, chega de falar disso e vamos ao que realmente interessa: postagens e postagens.

Eu tenho tantas idéias novas pra colocar no blog, tantos livros para ler, filmes pra assistir, e agora, mais do que nunca, opiniões sobre fatos que sejam interessantes e que podem trazer um ar fresco ao blog. Eu vou tentar criar uma rotina de escrita e tentar postar pelo menos uma vez na semana, porque blog parado não cria trafego e nem leitores.

Tem coisas que vão ter que ficar pra depois, num futuro com um PC novo em que eu conseguir rodar de forma satisfatória programas de edição. Enquanto isso vamos ficar nesse template mais simples, com postagens mais simples (mas com conteúdo), e com um pouco de humor que todos devemos ter.

Espero conseguir criar uma linha para seguir aqui, e não ficar postando coisas que não condizem com a proposta inicial do mesmo.

Sei lá… É tudo isso que consigo lembrar… Já tá bom né? Não sei mais o que escrever.

Ah! Lembrei! Vou tomar vergonha e começar a escrita da minha estória, que está estagnada há séculos por causa da preguiça e falta de rumo linear literário (Ohhh!). E pra adiantar posso dizer que será um romance com suspense e mistério, pelo menos por enquanto segue assim.

Até! 😛 :).

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Resenha: A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra – Robin Sloan

Titulo: A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra

Escritor(a): Robin Sloan

Editora: Novo Conceito

Páginas: 288

A recessão econômica obriga Clay Jannon, um web-designer desempregado, a aceitar trabalho em uma livraria 24 horas. A livraria do Mr. Penumbra — um homenzinho estranho com cara de gnomo. Tão singular quanto seu proprietário é a livraria onde só um pequeno grupo de clientes aparece. E sempre que aparece é para se enfurnar, junto do proprietário, nos cantos mais obscuros da loja, e apreciar um misterioso conjunto de livros a que Clay Jannon foi proibido de ler. Mas Jannon é curioso…

 

 

 

 

 

 

Sinceramente, não sei porque eu comecei a ler esse livro. Peraí que eu explico, não sei se foi a sinopse, a capa, ou a alguma coisa mais subliminar que me fez pegar esse livro e ler, mas me lembro muito bem de não ter ficado muito empolgado quando vi ele. Lembro de ter ficado com um pouco de curiosidade por causa da livraria e da prometida conspiração na capa do livro, porem nada muito “preciso ler agora”.

Pra começar quero deixar claro que gostei bastante do livro, e talvez essa resenha fique um pouco contraditória por talvez – disse talvez – ter mais pontos negativos que positivos. Então vamos falar do que gostei primeiramente e depois vamos ao que não gostei.

As personagens são muito bem criadas e carismáticas, criando empatia de primeira, e trazendo uma identificação muito legal com cada pessoa. Dizer qual eu gostei mais é difícil porque apesar de bem criadas como citei elas não conseguiram me fisgar por completo. Mr. Penumbra foi talvez o que mais gostei por causa de seu jeitinho de gente velhinha que ja viveu bastante e tem bastante coisa pra contar. Kat Potente namorada do Clay foi melhor no inicio porque do meio pro final ficou muito chatinha – pelo menos foi a impressão que me passou – depois que virou Product Manager da Google. Clay como personagem principal não me cativou muito não; assim como o restante das personagens que quase não tem papel fundamental na história, ou até tem, mas que só existe para aquilo na história funcionar e tornar-se possível. Mas o final das persongagens são meio blá!, parece até Christine do Stephen King.

Creio que o que mais me grudou na leitura foi o enredo que mistura mistério, suspense e um pouco de senso de humor que misturado criou uma estória que se não fosse pequenas coisas seria ótima. A questão da livraria ser toda misteriosa e ter uma clientela bem esquisita que adora pegar emprestado livros criptografados que escondem grandes segredos é interessante  e te faz querer que eles terminem logo de descriptografar a coisa toda de uma vez só para poder saber qual é o grande segredo escondido nesses livros. A coisa chata foi a alternância entre capítulos mais animados e outros mais enrolados, monótomos e chatinhos para ler.

A escrita do Robin Sloan é legal e as informações que ele da sobre como funciona esse mundo das grandes e pequenas empresas e envolvente. O modo como ele descreve o Google é tão real que a gente imagina tudinho, os produtos usados como a Big Box ou o digitalizador de livros é tão detalhado que não sabemos se ele realmente conhece ou não de perto tudo isso. Mas o ponto fraco do livro foi o seu final, que eu já estava esperando que fosse da forma que foi. Pode falar o que quiser mas essa coisa de que o verdadeiro segredo da imortalidade é a amizade, o amor e blablablá, pelo menos para mim, não cola. que coisa mais chata gente, parece até O Simbolo Perdido de Dan Brown, com aquela porcaria de final que só não estragou o livro porque o recheio era bom e ágil e envolvente. Ta bom, não é um livro de fantasia mas por favor de Deus, invente pelo menos algo mais legal como final, o mundo é tão fantástico por si só, tome exemplo os buracos negros coisa que existe mas que parece tão surreal. Sei lá, inventasse que o segredo da imortalidade seria numa noite de lua cheia, pegar duas pedras, fazer faísca na hora que o vento soprar pro sul, dar três pulinhos e esperar o Peter Pan aparecer. É ridículo? É, mas pelo menos é algo que pode ser verdade (aham!). entendeu o que eu quis dizer. Enfim, tenha criatividade, porque o mais fácil é criar tensão no livro, difícil é entregar um bom final.

O livro pode não ser o melhor que eu li, nem ter as melhores personagens, nem o melhor final, mas pelo menos tem um grande inicio e meio que te faz grudar no livro e largar só no final. Divertido e engraçado na medida certa, com pitadas de mistério e aventura, A Livraria 24h do Mr. Penunbra é um bom passatempo e aprendizado àquelas mentes que gostam de informação sobre tecnologias. É um livro geek!

Resenha: Animais Fantásticos e onde Habitam – Newt Scamander

Titulo: Animais Fantásticos e onde Habitam

Escritor(a): Newt Scamander

Editora: Rocco

Paginas: 64

A acromântula é uma aranha monstruosa de oito olhos e dotada de fala humana, foi desenvolvida pelos bruxos para guardar suas casas ou tesouros… O basilisco, também chamado de rei das cobras, é verde-vivo e pode alcançar até quinze metros de comprimento. Sua criação foi declarada ilegal, desde a época medieval. O dragão é o animal mais mágico do mundo; seu couro, sangue, coração, fígado e chifre têm grandes propriedades ilusionistas.
Estas breves descrições são apenas uma amostra do que o leitor pode encontrar em Animais fantásticos & onde habitam , de J. K. Rowling, escrito sob o pseudônimo de Newt Scamander, e com prefácio do sábio Alvo Dumbledore. Ao livro, adotado pelos professores da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e considerado uma obra-prima, atribui-se a responsabilidade pelo bons resultados dos alunos nos exames de Trato das Criaturas Mágicas. E a obra não é recomendada só para estudantes. “Nenhuma casa bruxa está completa se não possuir um exemplar.” Trata-se de um guia com mais de 80 espécies de animais e seus respectivos hábitos, costumes e origem.
Este exemplar lançado no mundo dos trouxas (não-bruxos) é uma duplicata do Animais fantásticos & onde habitam de Harry Potter, editado, inclusive, com notas informativas que ele e seus amigos fizeram à margem das páginas. Segundo Scamander, Animais… já está em sua 52ª edição e esclarece, entre outras dúvidas, o significado de animal para a comunidade mágica; fornece sua classificação; a percepção dos trouxas sobre esses seres; ensina como e por que mantê-los ocultos em hábitats seguros, desobediência esta que incorre em multa; e faz um histórico das normas impostas pelo Departamento para Regulamentação e Controle das Criaturas Mágicas do Ministério da Magia, ao longo dos séculos, para preservar as feras fantásticas e assegurar aos bruxos o prazer de apreciar seus poderes e beleza.
A escritora escocesa J. K. Rowling cedeu todos os direitos de publicação desta obra para a Comic Relief, uma organização humanitária criada por comediantes britânicos para ajudar crianças carentes. Eles usam o riso para combater a pobreza, a injustiça e a calamidade.
Por exigência da autora, os nomes dos animais foram mantidos na Língua Inglesa, com a tradução entre parênteses. 

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Resenha: Meu Malvado Favorito 2

Pra mim o primeiro foi uns dos melhores filmes que assisti, e muito melhor do que Toy Story 3, que apesar de ser bom não conseguiu ser muito engraçado. Mas é obvio que para aquelas pessoas que gostam de ser “fanboys” vão jurar de pé junto que é o contrário. Enfim, as criticas apesar de boas, estavam levando a acreditar que o filme não era tão bom quanto o primeiro… e realmente não é!

Gru mudou radicalmente sua vida e agora seu negócio é se dedicar às filhotas Agnes, Edith e Margo, deixando de lado os tempos de vilão. Ele só não contava que seu passado de “ladrão da Lua” pudesse falar mais alto e ser responsável pelo seu recrutamento, através da AVL (Liga Anti-Vilões), para salvar o mundo na companhia da agente Lucy. Juntos, eles precisam localizar o criminoso que roubou a fórmula PX41, e Gru desconfia que um antigo “concorrente”, chamado El Macho, possa ser o responsável por essa maldade. Para completar os problemas, o parceiro Dr. Nefário resolveu abandoná-lo e Margo está vivendo seu primeiro amor. (sinopse: Adoro Cinema).

Esse filme manteve um pouco da graça do outro, mas só um pouco. Não consegui achar tão divertido mesmo tendo personagens novos e carismáticos, como a Lucy que é daquelas que você vê e ja sabe que será engraçada. A Agnes que era tão divertida perdeu um pouco do seu teor divertido, algumas cenas são engraçadinhas, como quando ela fala que sabe o que faz de Gru um menino: a careca lisinha que parece um ovo de passarinho. Isso foi engraçado. Ou então quando Gru se veste de fada-princesa para substituir a atriz que não pode ir e não deixar a pequena tristonha. As outras duas irmãs são meio esquecidas, apesar de Margo ter um plot romântico; ja Edith fica meio perdida no filme.

Os minions agora tão mais bilolados do que antes mas perderam um pouco a graça, principalmente quando você percebe uma certa forçada de situações somente para tentar causar risos. Mesmo assim eles ainda são o ponto chave da franquia, tanto que vão ganhar um filme em 2014 estrelados somente por eles.

O que pesou no filme realmente foi a falta de rumo que ele tomava, enrolou demais no começo e quando fui ver já estava nos trinta minutos finais e nada dos minions roxos. Ficou meio jogado ao vento toda a história, poderia cortar muitas coisas, como o shopping que não faria falta. Não foi aprofundado quase nada. O vilão praticamente nunca chegou a ser uma ameaça, e varias vezes acabei pensando “ta na cara que é El Macho”, mas é tanto disse me disse que desconfiei que seria outro, uma surpresa.

Falando mais um pouco do assunto ameaça, os filmes hoje em dia tão muitos fracos no final, não importa quão difícil seja o vilão, ele acaba perdendo por nada. Ta, tudo bem, é um filme infantil mas o primeiro também era e nem por isso deixou de ter um desfecho muito legal. Esse filme foi muito apressado, muito corrido, no final parece que você assistiu ao um monte de cenas aleatórias. Do modo como falei do filme pode parecer que eu não gostei, mas eu gostei sim, mesmo não sendo tão bom. O que me preocupa é se o filme tiver continuação, não quero que vire um Shrek da vida, bom os dois primeiros e péssimos os dois últimos.

Achei engraçado porque consegui captar um elemento subliminar: quando a Lucy e o Gru estão no mar e o lado dela é claro com o céu límpido e o dele é escuro, nublado e com fumaça. Me senti o Sherlock Holmes.

Enfim, eu gostei, recomendaria mas só falaria que não é tão bom como Meu Malvado Favorito. Até! 😛 :).

Compartilhando o tėdio.

Faz bastante tempo que não faço postagens novas. Ainda não sei bem porque, mas acho que deva ser a preguiça.
Enfim, hoje nao vou fazer nenhum grande post, apesar de ter bastante coisas pra resenhar. Resolvi fazer uma postagem indicando um video legal.

What The Fox Say – Ylvis

As vezes a gente nem percebe que nao estranhos nao saber, por exemplo, o som que alguma coisa faz. Aqui nessa musica a dupla formada por dois comediantes se perguntam qual é o som que a raposa faz.
Ė uma musica muito boa pra se ouvir, mesmo que pareça meio tontinha, kkk.

Até a próxima postagem! 🙂 :).

Resenha: Trocada (Série – Trylle) – Amanda Hocking

Titulo: Trocada (Série Trylle)

Escritor(a): Amanda Hocking

Editora: Rocco

Páginas: 328

 

Wendy Everly não teve uma vida fácil. Seu pai morreu quando ela tinha cinco anos e sua mãe tentou matá-la durante sua festa de aniversário de seis anos. Criada pelo irmão mais velho e por uma tia, ela não se enquadrou em lugar algum: sempre teve dificuldades para fazer amigos e, dona de um gênio intempestivo, passou por algumas escolas e cidades, nunca realmente se adequando ao mundo à sua volta, sentindo que algo está faltando sem saber o quê. Mas quando Finn Holmes, um bonito e misterioso jovem, entra na vida da adolescente, Wendy descobre que seu lugar não é entre humanos ela é uma troll da tribo Trylle, uma princesa criada longe de sua verdadeira família em Trocada, primeiro livro da trilogia Trylle, bestseller de Amanda Hocking, autora que já vendeu mais de um milhão de livros no mundo inteiro e que a Rocco publica no Brasil.

Mal-humorada, baixinha, cabelos que teimam em ficar desarrumados, aos 17 anos Wendy não lembra em nada o irmão mais velho, Matt, ou a mãe, Kim, que está internada em um sanatório pela tentativa de assassinato da filha. Criada pela tia, Maggie, a adolescente tem rompantes de raiva e já foi expulsa de diversas escolas, o que levou a família a se mudar de cidadezinha em cidadezinha nos Estados Unidos. Apesar da certeza de ser amada por Matt e Maggie, a jovem não consegue esquecer as palavras de Kim, que a acusou de não ser sua filha e de ter tomando o lugar do menino que ela esperava. De alguma forma, Wendy sente que não pertence a lugar algum, embora não consiga entender a origem de sua insatisfação.

As dúvidas da menina aumentam à medida que ela se aproxima de Finn, o único que parece perceber a inquietação de Wendy. Mas ele também não é um jovem comum: Finn é um rastreador, um troll à procura de changelings, crianças trolls trocadas secretamente por humanas durante o nascimento e levadas de volta para casa quando estão prestes a alcançar a idade adulta. E Wendy é uma changeling especial, a filha da rainha Elora de Förening, a bela capital dos Trylle, à margem do Rio Misssouri, em Minnesota é um mundo mágico que espera ansioso o retorno de sua princesa.

Incrédula quanto à sua origem, Wendy acaba aceitando a verdade quando Finn descobre que ela tem o poder da persuasão, o dom de controlar a mente de outras pessoas e que é uma característica de alguns membros de sua espécie. Aos poucos, ela vai percebendo que vários traços de sua personalidade, como o mau humor e a impaciência, e alguns hábitos, como não gostar de comer alimentos processados, são típicos dos trolls.

Mas conhecer suas origens e deixar Matt e Maggie em definitivo não significa que Wendy encontre paz de espírito. Elora está longe de ser a mãe amorosa com quem ela sonhava e a jovem sofre com o rígido código de conduta da corte de Förening. Para piorar a situação, Finn faz de tudo para se afastar da adolescente, que fica chocada com a ganância de seu povo e é reprimida ao se aproximar dos mänskligs, os humanos trocados pelos bebês trolls. Isso sem falar nos Vittra, a tribo rival disposta a derrubar os Trylle e tomar Förening, destruindo tudo e todos no caminho… inclusive Wendy, em uma trama que faz jus ao sucesso mundial de Trocada.

 

Enquanto eu procurava dicas de como escrever um livro, publicar e divulgar (coisas do tipo), sei lá como, fui parar na Amazon e seu KDP (Kindle Direct Publishing) e descobri a primeira pessoa a ficar milionária vendendo livros na Amazon – sem editora – por conta. Obviamente fiquei com curiosidade e procurei informações sobre a Amanda Hocking e seus livros; encontrei essa série e mais outras (ela tem mais de 19 livros publicados). Falemos desse primeiro de uma trilogia.

Wendy é uma changeling, mas ela não sabe. Ela sabe que não pertence a família que está; é claro que com uma mãe que tentou te assassinar quando você fazia aniversário de oito anos era de se esperar. Depois desse caso sua mãe foi internada numa clínica psiquiátrica. Por sorte ela tinha seu irmão Matt e sua tia Maggie que lhe dáva o amor que não tinha da mãe. Passando de escola em escola – casa em casa – se estabeleceram numa cidadezinha e Wendy prometeu que se tentaria de tudo para não ser expulsa dos colégios. Ela não tem nenhum amigo, certo dia ela percebe que um garoto da sua sala não para de olha-la quando está de costa. Esse menino é Finn Holmes, um rastreador que está atras dela para levá-la para seu próprio reino. Espero ter explicado direito o livro.

Não sei porque mas pensei nesse livro como sendo um Revenge versão Trolls. Elora, a mãe verdadeira de Wendy me lembrou Victoria Grayson, com aquele jeito superior, como se não amasse ninguém só o dinheiro e seus interesses. Wendy foi uma personagem que gostei mas nada muito ohh! Achei um pouco irritante ela falando sempre que fulano era bonito, gatinho e qualquer outro adjetivo de beleza. Porcaria, não tem niguém feio nessa Forenning, até os rastreadores são bonitos. Realidade, por favor! Matt e Maggie não tem muito o que falar; mas gostei da forma como ela fala deles. Ela sabe que eles gostam muito dela, e ela idem. Finn é aquele garoto que só garotas vão amar, suspirar. Willa, Tove e Rhiannon são legalzinhos, principalmente essa ultima, que não participa da estória mas que mesmo assim gostei.

É interessante essa estória de poderes. Nunca tive contato com trolls, seja lá filme, série, livro, então foi interessante conhecer um pouco mais sobre eles, apesar de que no livro eles são iguais as pessoas humanas, diferenciando apenas por uma leve tonalidade de verde, e de que tem a cor dos cabelos na mesma tonalidade da terra, de que odeiam sapatos ou qualquer coisa no pé. Mas os poderes não são nada novo, é o velho poder da mente, do vento, do fogo, da cura, de ler mentes, de ver o futuro, que mesmo sendo bastante utilizados não são menos legais.

É um bom livro, que mesmo um pouco enrolado e sem rumo as vezes, ainda garante um pouco de diversão. Quero continuar a ler a série mesmo que não seja com aquela vontade. E é meio engraçado que como ela (era) uma autora inciante fiquei meio receoso com a escrita. Fiquei pensando que ela escreveria de um jeito menos preciso, mas não, ela escreve bem e consegue descrever as coisas de forma interessante.

Bem, até a próxima resenha! 😛 :).

Resenha: Percy Jackson e o Mar de Monstros – Thor Freudenthal

Bem, chegou o momento que eu pensei que não veria tão cedo: resenhar Percy Jackson e o Mar de Monstros! Depois de assistir aquele Percy Jackson e o Ladrão de Raios que me tirou do sério, que odiei, que me fez perguntar o que tinham feito com a estória; que mudaram completamente e nem parecia uma adaptação, a unica coisa que não mudaram foram os nomes das personagens, não via como continuarem a saga sem ficar tudo uma mistura de milk-shake com queijo coalho. Mas depois que vi uma noticia confirmando uma continuação me vi dividido entre querer e não querer assistir.

Primeiramente já quero deixar bem claro que vou fazer comparações entre livro-filme, ou seja, sobre a adaptação, e não adianta vir falar que filme não é igual ao livro pois eu sei. Então, ok!

O filme começa com Percy Jackson narrando como Annabeth, Luke e Thalia chegaram até o Acampamento Meio-Sangue, quando estavam sendo perseguidos por ciclopes e, Thalia para salvar a vida de seus amigos, decide enfrenta-los. Enquanto eles correm para o acampamento, Thalia acaba sendo atacada por um ciclope e acaba caindo no chão, consequentemente, morrendo. Seu pai, Zeus, vendo o que aconteceu decide transformar sua filha em arvore para que a alma dela não vá para o tártaro. A arvore protege a e também cria uma barreira em volta do acampamento, não deixando ninguém indesejado entrar.

Depois a estória começa realmente, Percy descobre que tem um irmão ciclope, fruto do amor de seu pai com espíritos da natureza. E depois aparece um touro louco – de Colchis – que consegue quebrar a barreira, tudo graças a Luke que envenenou a arvore. Para restaurar a proteção do acampamento é enviado Clarisse e um sátiro – o melhor -, mas é obvio que Percy, Annabeth, Grover e Tyson vão escondidos para a missão.

Pronto, resumi um pouco a estória. Agora vem minhas singelas opiniões sobre o que achei dessa adaptação.

O filme melhorou muito se comparado com o primeiro. Mais coisas que continha no livro foram colocadas, o filme parece ter um propósito claro, e definitivamente não é annoying como o primeiro. Como faz tempo que li Percy Jackson e os Olimpianos não me lembro com detalhes, mas o primeiro tinha mudado totalmente a premissa, as personagens. Ufa! Era tanta coisa errada que nunca pensei iria ter continuação, mas teve. E por mais estranho que pareça, o segundo é muito – mesmo – melhor que seu antecessor. É obvio que há algumas mudanças na trama, coisa que existe em qualquer filme, algumas cenas que tinha no livro foram retiradas ou modificadas – como o Grover vestido de noiva, que teria sido muito engraçado; o Spa da Circe onde Percy vira um porquinho-da-india, rs! etc…) – mas num todo não é algo realmente muito ruim. Não estraga a diversão.

Minha surpresa foi ter gostado, tanto que até hoje não acredito nisso. Sabe quando você não gosta de uma coisa mas quer ver a continuação, como se estivesse com uma ponta de esperança que seja melhor? Então, foi assim.

Das personagens, não tenho muito do que comentar, o elenco anterior continua legal, não tendo ninguém que me irrite. Clarisse – aleluia irmão colocaram-na no filme – não é muito parecida com a do livro, aqui ela é bonita – até demais -, menos arrogante, e até, olha só, tem medo de ciclopes, fora isso é uma personagem que não tem espaço pra crescer – acho que nenhuma tem, quer seja principal ou não – então é só normal, legal. Quiron, que teve seu ator mudado, ganhou um carisma que não tinha antes. Thalia não aparece muito, então a unica coisa que chama a antenção é a sua beleza muito bonita, rs. Tyson eu nem sei o que dizer, quando estava a ler o livro o imaginava como um ciclope daqueles de filmes e desajustado, coisa que no filme não existe. Ele tem só um olho, é meio tontinho, mas é bonito (não que seja problema, sei lá), enfim, é engraçado na parte em que ele está na mesa junto com os outros, falando com a Clarisse, e do nada fala “vaca” e prossegue “sinto cheiro de vaca”, no caso era o Touro de Colchis. Mas legal mesmo é Dionísio, o Deus do vinho, que foi condenado a passar alguns anos no acampamento, errando toda vez os nomes das personagens – menos da Clarisse e outros -, não podendo beber vinho tendo que se contentar com água no filme e Coca Zero no livro. Tem Hermes também que é engraçado e parece que é gay com as frases que diz.

Mas nem tudo se salva. Os efeitos especiais são horas bons, horas totalmente ruins, talvez pelo fato da produtora que fez ter falido durante o filme. Mesmo assim é muito chato ver efeitos tão porcos e outros bons. Para um filme de 90 milhões de dólares se espera algo melhor.

Concluindo, é um bom filme família, que talvez nem todos gostem (no Rotten Tomatoes o primeiro tem 49% de aprovação e o segundo 38% em relação a média de criticas, já em relação ao público o primeiro teve 54% e o segundo 61%) que recomendo sim assistirem, e que não eleva a série a outro patamar mas também não deixa pior que o primeiro. Com certeza quero continuação, mas não sei se terá porque arrecadou um pouco mais de 170 milhões de dólares em todo o mundo, mas como ainda está em cartaz pode aumentar.

Assistam logo ao filme, acho que nem vale o 3-D, e tirem suas próprias conclusões. Agora é só esperar para a Maldição do Titã.

Até pessoal a próxima resenha! :p :).

Resenha: A Hora do Pesadelo – Samuel Bayer

Filmes de terror são uma dos meus gêneros favoritos e não perco a chance de assistir um – que preste, claro -, mas fico meio triste pois os novos são tão tontinhos, alguns até convencem e entretêm, já outros é aquela ZzzZZZzzz! Por exemplo, nunca entendi o porque de todo aquele alvoroço em cima de Atividade Paranormal, que quando estava passando na tv e tentei assistir, não vi graça nenhuma. Não assisti tudo, ok. Quem sabe se tentar assistir inteiro eu descubro o motivo. Enfim, os antigos provavelmente devem ser os melhores, como A Hora do Terror original, A Morte do Demonio, ect… mas não tenho paciência pra baixar os filmes. kkk!

Ultimamente os filmes de terror não assustam, geralmente puxam mais pro lado da comédia. Ou até tentam fazer terror mas não conseguem, no máximo você fica um pouco inquieto. É o que acontece aqui, você não fica com aquele frio na espinha, aquela sensação de que não vai dormir a noite; nem o “coitado” do Freddy te assusta muito, e se isso acontece, o grande trunfo do gênero se perde: mexer com a sua mente.

Mas o filme é bom, depois que terminei de assistir fiquei com um sentimento de que o filme cumpriu – no meu ver – o que estava disposto a fazer. Eu não sou crítico de cinema, então pode ser que o filme seja uma bomba.

Só achei meio sem sentido a alternância de personagens que tem no filme, uma ora você ta torcendo por aquela que parece ser a principal para logo depois a personagem ser morta. Aí, vem outro, vocÊ torce, e depois… morre. Essa falta de lógica foi meio irritante porque eu odeio quando as personagens que eu gosto morrem. E também as vezes outra pessoa teria uma história muito mais legal do que aquela que viveu.

As personagens que gostei foi aquelas da trupe perseguida por Freddy. A loirinha, Kris, apesar de não ter uma grande participação no filme me conquistou desde o momento que vi. Depois lembrei que ela era a Ruby da série Supernatural. A garçonete, Nancy, também. Resumindo, gostei de todos, menos do pai do garoto que foi o causador de tudo isso.

Fiquei sabendo depois quando fui procurar informações sobre o filme que mudaram a história do Freddy Krueger, fazendo dele um pedófilo dos infernos. Mudanças no filme quando bem feitas só melhoram mas, infelizmente neste caso só fez o filme ficar ridículo.

Não tenho muito o que comentar desse filme, só que gostei e recomendo, desde que você não seja fã alucinado da velha-guarda. É divertido, um bom passatempo, Freddy faz algumas piadas engraçadas e parece que no original tem muito mais sarcasmo por parte dele. Se gostei desse filme tudo indica que gostarei muito mais do antigo. Agora só falta a preguiça me deixar assistir ao filme.

Bem, é isso pessoal. Assistam e tirem suas próprias conclusões.

Até a próxima resenha! Sinto cheiro de semideuses e sátiros! :).

Resenha: Divergente – Verônica Roth

Titulo: Divergente (Divergent)

Escritor(a): Veronica Roth

Editora: Rocco

Páginas: 502

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.

A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.

E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Sempre tive vontade de ler Jogos Vorazes, mas como trilogias ou séries prefiro comprar todos os livros de uma vez (por isso não tenho nenhuma série), fiquei sem ler até agora. Só que Divergente, que nunca me deu aquela vontade de ler, entrou na estória. Só tem dois livros lançados até agora, tanto nos Eua como aqui, então comprar um por vez não faz diferença. Bom… falemos do livro e não das minhas loucuras.

O livro é interessante, daqueles que te prende na leitura e te transporta para dentro do livro. Quando eu não estava lendo ficava contando os minutos pra poder continuar a leitura e saber o que viria a seguir. Outro fato interessante é que como demorei uma semana pra ler (não é por causa do tamanho e sim por falta de tempo – dois capítulos por dia) o livro meio que se tornou um seriado. Cada dia assistia a dois episódios.

A estória da Chicago futurista dividida em cinco facções – Amizade, o nome já diz; Abnegação, primeiro os outros; Audácia, onde vive os corajosos; Franqueza, quer que desenhe?; e Erudição, os inteligentes que andam sempre com um livro na mão – e que todos que completem 16 anos tem que fazer um teste de aptidão pra ver qual facção ira escolher é bem elaborada, porque diferente de uma pessoa que li dizendo que achava meio impossível existir algo assim pois o ser-humano tem todas essas características não entendeu/não leu direito. No caso, cada pessoa tem uma inclinação a certa facção, mas mantém todas as características das outras, e quando ela escolhe uma aprende a utilizar somente aquela que combina com a facção. Por isso o teste de aptidão. Sinceramente, eu acho que eu enlouqueceria se tivesse que escolher apenas uma, porque apesar de gostar da Abnegação,  por exemplo, e concordar com algumas coisas, achei outras muito radicais, como poder se olhar no espelho apenas uma vez a cada três meses no segundo dia do mês. Sempre desejei que essa coisa toda de facção fosse destruída voltando ao que era antes, pois mesmo tendo boas intenções, ninguém merece viver tendo um pensamento tão robotizado.

Nossa escrevi demais e ao mesmo tempo não escrevi nada.

As personagens são bens feitas, despertando sua simpatia ou te fazendo roer as unhas de ódio. Beatrice, como protagonista, me fez sentir empatia por ela, gostei muito do seu jeito. Sua bochecha esquentando de raiva, sua transformação de bobinha pra sarcasticamente valente; seu jeito de pensar; tudo faz você gostar dela. Tobias, com seu jeitão misterioso, durão vai agradar mais as garotas, mas mesmo assim é divertido; alguns de seus atos é de dar medo e outros e de rir. Christina, piadista e engraçada te rouba risos; Will, Al, são apenas normais sem nada muito de especial – apesar de gostar quando Tris acha que Al gosta dela, cenas bem simpáticas. Gostei também da Tori, do Caleb nem tenho opinião formada e da mãe e o pai idem.

Mas a lista de vilões não te deixa ficar apenas feliz: Eric, Peter, Molly, Drew são apenas pessoas que a gente tem vontade de pular em cima e estrangular, principalmente Peter, que achei o pior vilão, que me enganou no início; que se mostrou um louco sedento por status. “Olha esse dai vai ser amigo da Tris!” HAHAHA! Fui tão tonto, me surpreendi.

Essa coisa toda de facção é um meio inteligente de mostrar o que as pessoas podem fazer pra tentar controlar o mal do ser humano, mesmo descobrindo depois que o mal sempre retorna a quem lhe da a chave de casa. E que nem mesmo as facções conseguem por muito tempo se manterem intactas, pessoas más sempre conseguem o poder e transformam toda a leis a seu favor. Enganam as pessoas dizendo que aquilo é o melhor a todos.

Se prepare pois essa mulher – Roth – adora dar fim aos personagens. Alguns necessários/compreensíveis e outros um tanto quanto tontos. Como a morte de uma personagem que achei muito ridícula, pois cometeu uma coisa terrível e depois se matou quando não teve o perdão da pessoa pra quem fez a coisa. Acho idiota pois aí a pessoa fica pensando “Se eu tivesse perdoado sera que ela/ele não teria se matado?”. Ninguém merece!

Não sei se foi eu ou a escritora, mas não consegui por muitas vezes visualizar muito bem o Fosso, o centro da Audácia, e saber se era dia ou noite. Fora isso, tudo foi bem legal e intrigante, despertando sua curiosidade a cada pagina.

O livro pelo que percebi serve mais como uma introdução a estória do que uma em si, a coisa só começa mesmo nos últimos capítulos. Insurgente deve ser aonde a coisa toda se desenrola, mostrando as facções sendo desfeitas e começando uma reforma na vida de todos.

Só não entendi direito se só Chicago é assim, ou todos os EUA também é desse jeito. Enfim, uma ótima leitura, que recomendo a todos que gostem de uma boa distopia – minha primeira distopia também – e um livro com momentos de ação, comédia, aventura. Leiam porque é bom.

Olha aí o teaser trailer da adaptação, parece ser um bom filme.

Até a próxima resenha! :).

Resenha: O Pacto – Joe Hill

Titulo: O Pacto (Horns)

Escritor(a): Joe Hill

Editora: Arqueiro

Páginas: 320

Ignatius Perrish sempre foi um homem bom. Tinha uma família unida e privilegiada, um irmão que era seu grande companheiro, um amigo inseparável e, muito cedo, conheceu Merrin, o amor de sua vida. Até que uma tragédia põe fim a toda essa felicidade: Merrin é estuprada e morta e ele passa a ser o principal suspeito. Embora não haja evidências que o incriminem, também não há nada que prove sua inocência. Todos na cidade acreditam que ele é um monstro. Um ano depois, Ig acorda de uma bebedeira com uma dor de cabeça infernal e chifres crescendo em suas têmporas. Descobre também algo assustador: ao vê-lo, as pessoas não reagem com espanto e horror, como seria de esperar. Em vez disso, entram numa espécie de transe e revelam seus pecados mais inconfessáveis. Um médico, o padre, seus pais e até sua querida avó, ninguém está imune a Ig. E todos estão contra ele. Porém, a mais dolorosa das confissões é a de seu irmão, que sempre soube quem era o assassino de Merrin, mas não podia contar a verdade. Até agora. Sozinho, sem ter aonde ir ou a quem recorrer, Ig vai descobrir que, quando as pessoas que você ama lhe viram as costas e sua vida se torna um inferno, ser o diabo não é tão mau assim.

Comecei a ler e logo nas primeiras páginas já me senti totalmente transportado para dentro da estória – que te faz ficar cada vez mais curioso -, só que, infelizmente não consegui carregar todo essa emoção ao final do livro, que digo sem dó: me decepcionou… e eu não esperava!

Ig Perrish é um homem que numa certa manhã, acorda sem memoria, sem saber o que fez no dia anterior, e que pra ajudar, percebe que tem protuberâncias na cabeça, coisas que se parecem (e se revelam ser) chifres. Mas não apenas nascem chifres nele, como também poderes. Toda vez que ele se aproxima de alguém, a pessoa começa a revelar seus pensamentos mais terríveis, e mais, quando ele as toca, automaticamente fica sabendo de tudo na vida da pessoa, seu nome, sua idade, culpas, temores, e tudo o mais da vida. A sinopse mais que explica tudo, então vamos a opinião.

O livro começou muito bom, eu não via a hora de Ig ver alguém pra poder saber qual revelação a pessoa iria fazer. E quando acontecia isso era uma pior que a outra. E você percebe o que as pessoas escondem por trás de caras e bocas de felicidade. Mostra o quanto as pessoas podem ser falsas com os outros e, até consigo mesmo, se enganando com uma mentira. E nem um padre, nem um médico estão livres disso.

Mas conforme foi passando as páginas eu comecei a sentir pouca de cumplicidade com o livro (na verdade, sim e não). O livro me grudava na leitura, era legal, só que ao mesmo tempo eu não conseguia ficar tão curioso porque os poderes de saber da vida das pessoas de Ig foi perdendo o fator surpresa, já tinha me acostumado. E ajudou muito as longas idas e voltas do livro ao passado, principalmente na parte do Lee para me fazer entediar.

Ig foi uma personagem que gostei porque ele não fica se lamentando pela morte de Merrin. Não que ele não sinta, pelo contrario, é só que ele não fica toda hora falando e chorando e mimimi. A Merrin não me fez sentir pena dela, foi horrível a forma como morreu? Sim, mas nem isso me fez ficar emocionado com isso. Não sei se isso afetou a leitura. O irmão do Ig, Terry, me pareceu por vezes rídiculo, aquele que sempre tenta ser o engraçado – mas que não passa de um tonto. Lee não foi um vilão que me fez nada de muito diferente. Foi só aquele sentimento de raiva pelo o que cometeu, o motivo pra ter feito. De restante achei o bem tosco. Já o restante é o restante.

O livro na verdade aborda situações que envolvem a religião, o amor, a confiança, os erros. Mas principalmente Deus vs. Diabo, que a todo momento o autor deixa uma pergunta:  Deus realmente existe? Ele nos ouve? Ele pode mudar nosso destino? Existe destino? Etc…! Creio que pára ler esse livro você deve estar sem preconceitos, de mente aberta, afinal, é um livro e não expressa – ás vezes –  a opinião do autor.

Mas voltando, o livro foi caminhando pra coisas cada vez mais legais, como, Ig virando o Diabo e ganhando poderes com isso, sendo imune ao fogo e tudo o mais. Pena que o Hill não aprofunde nessa parte. MAs quando chegou no final, a coisa desandou. Sabe quando um personagem ter superpoderes mas qualquer um pode ir lá e fazer o que quiser. Por exemplo, o Superman sendo derrotada por uma criança de 10 anos; não é ridículo? Depois disso a coisa foi ficando chata e fiasquento, até que chegou ao final onde me deu uma vontade de jogar o Joe no raio que o parta. Sabe aqueles finais ridículos, em que o vilão não tem o que merece, não do jeito que devia ter, e pior ainda, quando àquilo que a personagem principal buscou o livro inteiro não tem o final esperado. Não acontece. Isso foi o grande defeito do livro.

Enfim, já conhecia o trabalho de Joe Hill, resenhei o livro dele, A Estrada da Noite, e percebi esses mesmos errinhos que parecem segui-lo e ser fruto de sua escrita.

O livro tem seus pontos fortes, claro, mas ainda nota-se uma pequena falha no roteiro, que espero ter sido sanada no seu outro livro, O Pacto. Trecho da resenha da A Estrada da Noite.

O livro é bom mas poderia ter sido muito melhor, eu leria de novo sabendo o que esperar, mesmo não sendo o melhor livro que já li. Alguns dizem que esse livro é ótimo e blablablá, enfim, opiniões são Divergentes como se estivessem Em Chamas. Cada um tem a sua, eu não gostei, mas quem sabe vocÊ lê e acaba gostando!

Até a próxima resenha, que tal uma distopia. 🙂 ;).