Resenha: O Lado Bom da Vida – David O. Russell

2# – Segunda

O mundo vive na loucura ou a loucura vive no mundo? Uma coisa é certa: de médico e louco todo mundo tem um pouco! Ô se tem! Todo mundo tem aquele probleminha que para os outros não é nada mas que pra você é o mundo. E não digo loucura doida, não. Digo loucura como mania, superstição, e coisa do tipo, como uma mãe coruja, um pai não carinhoso, um irmão invejoso-ciumento, etc. Bem, a vida é assim e sempre haverá loucura da boa ou da ruim. (Existe diferença?) Só digo que você é o único que sabe sobre você; o que os outros acham, é o que eles acham.

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Resenha: Jack – O Caçador de Gigantes – Bryan Singer

7# – Sábado

É, parece que nem só de maravilhas vive o mundo. Depois de assistir vários filmes ótimos essa semana tive uma pequena surpresa. E não foi positivamente boa. Mesmo depois de ler várias críticas ruins do filme ainda tive vontade de ver, até porque a opinião dos outros pode não ser a mesma  que a nossa, e o que funciona pra um pode não servir pra outros. E tinha o fato de ter assistido Dezesseis Luas que recebeu criticas ruins mas ainda assisti e achei bem divertido. Só que dessa vez a coisa foi diferente; os críticos tem razão: é uma porcaria! Sorry, but true!

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Resenha: Dezesseis Luas – Richard LaGravenese

5# – Sexta

Há tantas adaptações sendo feitas que a gente tem que penar um pouco para acompanhar todas, ou as que queremos ver. Indo nessa onda temos Dezesseis Luas, adaptação da quadrilogia (tetralogia, como assim prefere o editor do WP) literária escrita por Kami Garcia e Margaret Stohl que visita as bruxas, até porque vampiro e lobisomem ninguém mais aguenta! Dezesseis Luas (Beautiful Creatures, 2013) não é mais um na lista.

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Resenha: Meu Namorado é um Zumbi – Jonathan Levine

♥♥ O AMOR! ♥ ♥ O AMOR! ♥ ♥ O AMOR! ♥ ♥ O AMOR! ♥ ♥ O AMOR! ♥ ♥ O AMOR! ♥ ♥ O AMOR! ♥ ♥ O AMOR! ♥ ♥ O AMOR! ♥ ♥ O AMOR! ♥ ♥ O AMOR! ♥ ♥

3# – Terça

O que seria da vida sem o amor, ainda mais quando ele ultrapassa barreiras pelo fato de apenas de amar alguém. Ultimamente não está sendo levado em conta da onde esse amor vem. Tanto vampiros, como lobisomens, como bruxos, e animais (?) estão amando e conseguindo serem amados, mesmo que não por todos. E agora o mais novo integrante dessa lista Sobrenatural é… Tcha-Nan: os zumbis! É, até eles estão conquistando o coração da moçadinha e fazendo com que as cabeças entrem em estado de paixão sem controle. Ou não!

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Resenha – Cartas para Julieta

Cartas para Julieta

Uma história simples que cumpre o seu papel: divertir.

 

Não espere assistir Cartas para Julieta e encontrar profundidade; não espere ver um Romeu e Julieta, um Shakespeare novo. A trama é simplória e logo nos primeiros minutos do filme você já tem uma boa ideia do acontece. Mas isso não desmerece o filme, nem um pouco.

 

Sophie (Amanda Seyfried) e Victor (Gael Garcia Bernal) viajam à Verona palco da história Romeu e Julieta para uma pré lua-de-mel. Só que Victor está mais interessado em fazer contatos para seu futuro restaurante em Nova York, enquanto Sophie se distrai com um grupo de voluntárias que responde cartas endereçadas a Romeu e Julieta, procurando conselhos amorosos. Enquanto ajuda as voluntárias, ela encontra uma carta escrita em 1957 de uma senhora chamada Claire (Vanessa Redgrave). Sophie responde à carta. Claire acompanhada de seu neto Charlie (Chris Egan) vão à Itália e tentam encontrar Lorenzo, o verdadeiro amor de Claire.

 

Partindo dessa premissa o filme se desenrola da maneira mais fluida possivel. Apesar do fraco roteiro construído pelos roteiristas (José Rivera e Tim Sullivan) a história nunca chega a enjoar. Os belos cenarios da Italia criam um ar de romance juvenil e inocente; o diretor Gary Winick capricha nos detalhes capturados, as belas imagens se enroscam aos olhos criando uma linda visão. A Italia realmente é um paraiso, ainda mais, quando é lançado a mão trilhas sonoras aconchegantes e bonitas.

 

Os atores e atrizes estão de parabéns, pelo a mim, não incomodou em nenhum momento. Ponto para Vanessa que com uma simples atuação conseguiu transparecer o que precisa à personagem. Amanda não decepcionou no seu papel; Chris não encheu a tela de atuação, mas não desmereceu o filme. Gael fez apenas algumas apariçoes rapidas e Franco Nero ( o Lorenzo Bartolini – o amor de Claire) não teve tempo de nada.

 

As belas paisagens, a ótima escolha de atrizes e atores, a trilha sonora – que não impressiona, mas não decepciona – e o forte apelo ao romance, faz de Cartas para Julieta um filme bobinho, mas que não decepciona enquanto filme.